
28 de Fevereiro de 2026: o que muitos estrategistas temiam como o “Cenário do Juízo Final” deixou as simulações de computador e rasgou o céu da Mesopotâmia nesta madrugada. A ofensiva lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, sob a alcunha de Operação Fúria Épica, não foi apenas mais uma incursão cirúrgica; foi um terremoto geopolítico cujas réplicas ainda sacodem as bolsas de valores e as chancelarias de todo o globo.
No início da madrugada de 28/2, com precisão e caos, o silêncio de Teerã foi quebrado pelo rugido de caças e o impacto de mísseis de cruzeiro. Segundo fontes do Pentágono, o objetivo era claro: neutralizar a infraestrutura de comando e as capacidades nucleares de Isfahan e Qom antes que qualquer botão de revide pudesse ser apertado. O complexo de segurança em torno do Líder Supremo, Ali Khamenei, tornou-se uma cratera fumegante, e o silêncio das autoridades de alto escalão nas primeiras horas sugeriu uma decapitação administrativa sem precedentes. Mas, para quem esperava uma rendição imediata, a resposta veio com a velocidade do ódio acumulado em décadas.
O Irã revidou, em tempo recorde, com a “chuva de aço” mostrando que, mesmo ferido, seus braços são longos. Menos de três horas após o primeiro bombardeio, o revide veio rápido. Ataque às bases americanas no: Bahrein, no Catar, no Kuwait, nos Emirados Árabes Unidos, na Jordânia e no Iraque. E não eram apenas drones; eram mísseis balísticos de médio alcance disparados de silos subterrâneos que sobreviveram à investida inicial.
28 de Fevereiro de 2026 ficará marcado como o dia em que o Irã ficou sem seu líder. Confirmada oficialmente após os bombardeios conduzidos por Estados Unidos e Israel, a morte do aiatolá Ali Khamenei altera o tabuleiro regional com uma velocidade que diplomatas ainda tentam compreender. Durante décadas, Khamenei foi o eixo em torno do qual giraram decisões estratégicas que envolveram o programa nuclear, o apoio a milícias regionais e o confronto indireto com o Ocidente. Sua ausência cria algo raro em Teerã: um vácuo real de poder.
A morte do Ali Khamenei é o encerramento de um ciclo histórico iniciado em 1989, quando ele assumiu o posto máximo da República Islâmica e passou a comandar, com mão de ferro, as Forças Armadas, o Judiciário, a política externa e os contornos ideológicos do regime.
Evidentemente, haverá um impacto econômico. O preço do petróleo e outras commodities já reagiu negativamente ao aumento da instabilidade, com analistas prevendo volatilidade significativa nos mercados de energia, ações e moedas nas próximas sessões de negociação. O primeiro já foi anunciado hoje: o Irã declarou o fechamento do Estreito de Ormuz! Isso afetará diretamente o preço do barril do petróleo, atualmente em cerca de US$75 para mais de US$90, o que será problema para todos que compram petróleo desta região.
O risco de um conflito ainda mais amplo é real. Diplomatas e especialistas alertam que: grupos apoiados pelo Irã (como aliados em Líbano, Síria, Iraque e Iêmen) podem intensificar ataques a países aliados dos EUA e de Israel e a situação pode atrair outros Estados e milícias – inclusive Rússia e China – transformando uma guerra localizada em um confronto regional. Isso pode refletir em mais divisões no Conselho de Segurança da ONU e fóruns multilaterais.
O regime iraniano anunciou luto oficial de 40 dias. Mas, nos bastidores, o que se desenha é uma disputa silenciosa. A sucessão no Irã não é um mero ritual religioso; é um cálculo de sobrevivência institucional. A Guarda Revolucionária, o Conselho dos Guardiões e o Colégio de Aiatolás terão papel decisivo. Cada movimento será observado com lupa por Washington, Tel Aviv. Pequim e Moscou.
Internamente, o desafio iraniano é duplo: preservar a continuidade do regime e demonstrar força suficiente para não parecer vulnerável. Externamente, a pergunta é outra: haverá escalada ou contenção estratégica?
Há momentos em que a história avança em passos lentos. E há dias como este, em que ela corre. O Oriente Médio entrou, oficialmente, em um novo capítulo — e ninguém pode afirmar, com segurança, como será o próximo.

