1 de julho de 2022
Colunistas Sylvia Belinky

Viva as vacinas!!!

Foto: Google Imagens – Agência Brasília (meramente ilustrativa)

Estou vacinado e não, não sei o que tem dentro, nem nessa vacina, nem nas que eu tomei quando era criança, nem no Big Mac ou no cachorro quente.

Eu também não sei o que tem no Ibuprofeno ou outros medicamentos, só sei que curam minhas dores…

Não conheço cada ingrediente no meu sabonete, shampoo ou no filtro solar.

Desconheço o efeito a longo prazo do uso celular e do micro-ondas.

Não sei se a comida que comi no restaurante foi feita por mãos limpas ou se minhas roupas, cortinas e bebidas esportivas representam alto risco à minha saúde.

Isso para não falar dos agrotóxicos e sobre comer ou não a casca da maçã.

Resumindo…

Tem muita coisa que eu não sei e nunca saberei.

Mas uma coisa eu sei: a vida é curta, muito curta e eu ainda quero fazer algo além de simplesmente estar ‘trancado”. Ainda quero abraçar pessoas sem medo.

Quando criança e adulto, fui vacinado contra a paralisia infantil, tuberculose, difteria e contra muitas outras doenças. Acredito que minha família confiou na ciência e nunca tivemos que sofrer ou transmitir nenhuma das doenças contra as quais fui vacinado…

Eu digo SIM.

* Não morrer de Covid-19.

* Para abraçar meus amores.

* Viver minha vida.

* Para ter esperanças.

Mas sobretudo, para cumprir com a minha responsabilidade com o resto da humanidade, independente de raças, países, política e credos…”

E que venha a quarta, quinta… doses!!!”

***

Li este texto (cuja autoria eu procurei e não consegui encontrar) e achei simplesmente genial: todos sempre tomamos vacinas e jamais passou na cabeça de qualquer um de nós contestar seu efeito ou achar que estão conspirando contra nós, até porque, sempre fomos levados por nossos pais e mães!!

N.E.: texto de autor desconhecido, até o momento.

Tradutora do inglês, do francês (juramentada), do italiano e do espanhol. Pelas origens, deveria ser também do russo e do alemão. Sou conciliadora no fórum de Pinheiros há mais de 12 anos e ajudo as pessoas a "falarem a mesma língua", traduzindo o que querem dizer: estranhamente, depois de se separarem ou brigarem, deixam de falar o mesmo idioma... Adoro essa atividade, que me transformou em uma pessoa muito melhor! Curto muito escrever: acho que isso é herança familiar... De resto, para mim, as pessoas sempre valem a pena - só não tenho a menor contemplação com a burrice!

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