
Mas gente…
Bolsonaro era o presidente do Brasil. Falou demais. Ao invés de lembrar que tinha assessoria. E que tinha equipe médica para dizer o que ele deveria ter evitado. Se lascou por garantir aos inimigos todo o material necessário num episódio de alucinação coletiva, o inesperado, o tal “pandemônio da pandemia”.
Fraco e limitado, na hora H, diante de um povo inteiro e de dois jornalistas internacionais de peso ali ao lado dele, na Avenida Paulista, preferiu não expor os rolos dos filhos etcetera e tal…
O povo se lascou. Agora…
Jura que vocês querem que o presidente americano obedeça a um ex-funcionário do McDonald’s que está aprendendo inglês e é filho de um presidente que arregou na hora H? E ainda tendo como braço direito (direito, não direita), o neto do presidente do general Figueiredo que, preferiu cheiro de cavalo ao cheiro do povo, assinou a anistia e foi cuidar de um haras na Serra carioca.
Aliás, o filho é o neto dele, figueiredinhos tem o mesmo advogado do Zé Dirceu: o Kakai.
O Trump, sinto informar, é presidente dos Estados Unidos e nesse imbróglio, of course, garantiu como excelente businessman, as “terras raras” do Brasil para os americanos. E de graça. Sem gastar um dólar. Só liberou o “cara pálida da Corte da Justiça tupiniquim, que aliás gasta nos Estados Unidos.
Os americanos têm presidente que cabe a eles: destroem o mundo inteiro para se darem bem.
America First.
Pena que não temos presidentes assim. Nem este atual e nem o anterior. Todos querem se dar bem.
Clãs de mamadores e o povo continua sendo a besta quadrada da vez mas Trump podia ter garantido nesse “acordo” a liberação do Bolsonaro.
O que será que interessa mais ao Tio Sam?
“To be or not to be? That’s the question” . (William Shakespeare)

