
As Supremas Santidades da Corte, cansadas de serem só os guardiões da Constituição e na imaginosa ameaça à “institucionalidade”, decidiram governar o Brasil.
Escolheram um presidiário iletrado, condenado por corrupção, um fantoche3, perfeito para ser o Presidente eleito do Brasil e refém do Judiciário mandão.
Anularam os 9 anos de sua condenação e com a sua soltura garantiram a sua vitoriosa eleição e posse de Presidente da República, em 1 de janeiro de 2023.
Nesses dois anos de mandato completou 114 dias fora do país, visitando 81 países.
Dia 5 de junho, viajou pela terceira vez para Paris, a convite do Presidente da ‘França, para participar da 3ª Conferência dos Oceanos e tentar, fora das horas dedicadas ao turismo, viabilizar um difícil acordo entre a União Europeia e o Mercosul.
Com a garantia de não ser preso, visitou a sede da Interpol, em Lyon, para como mestre “discutir o combate ao crime organizado”. Que maravilha!
Foi homenageado com o título de “doutor honoris causa” pela Universidade Paris 8, fundada por Sartre. Mereceu o indignado protesto de um grande grupo de professores: “A homenagem aparece como uma mancha na história de nossa universidade”.
Comemorou o imerecido título, fazendo uma performance numa exposição. de arte, em que acrobatas fizeram uma apresentação. Quis imitá-los: deitou-se no chão, sem paletó e sapatos, e grotescamente se equilibrou de pernas pro ar para a plateia.
A cena do fantoche equilibrista, em Paris, flagrado pela mídia, retrata o simulacro de nossa democracia desequilibrada com uma crescente polarização política, uma das maiores cargas tributárias do planeta, um incontrolável déficit público, o alto custo dos alimentos e uma escandalosa roubalheira no INSS, por conta do Lula3, em queda de popularidade, após ter perdido a sua conexão com o povo.
Que Deus proteja a ordeira mobilização cívica pela volta da verdadeira democracia.

