
O atual ocupante da Casa Branca foi apelidado de “Maluco”, quando decretou o urgente fechamento da USAID, a agência internacional americana, que se vangloriava de ser a responsável por 40% dos programas de ajuda humanitária do mundo, ocultando suas múltiplas ações nos bastidores para “enfraquecer governos e partidos de direita“.
No dia 7 de fevereiro, o governo Trump convocou a mídia americana para denunciar os desvios de verbas milionárias para fins nada humanitários, que foram repassados para camufladas ONGs, influentes meios de comunicação e fóruns de doutrinação esquerdista.
Também foram denunciados programas, tais como “sigilos estratégicos” e “desordem informacional”, usados pelos ex-gestores da USAID para ocultar os criminosos desvios, cujos processos investigativos e punitivos estão sendo concluídos.
A verdade, nua e crua, é que, ao invés de cumprir a sua missão humanitária, a agência vinha executando uma clandestina programação que nada tinha a ver com “ajudar a promover o desenvolvimento econômico e social internacional”, e muito menos: “financiar programas de saúde e assistência emergencial em cerca de 120 países”.
No Senado, vozes se indignaram à luz da ampla documentação comprobatória, dos “desvios de verbas” da Agência para “25 ONGs brasileiras, beneficiadas com R$ 267 milhões”, que atuaram no processo eleitoral de 2022, no Brasil.
Elas maximizaram os protestos para a soltura do ex-condenado por corrupção e apoiaram a sua fraudulenta usurpação do poder e sua posse, em 1 de janeiro de 2023.
O Presidente americano salvou, com suas graves denúncias, a comunidade internacional dos milionários desvios de verbas que, sub-repticiamente fortaleceriam os ”lunáticos vermelhos”, destruidores da consciência social, baluarte da democracia e da liberdade.
Que Deus proteja os bem-aventurados e os necessitados.


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