
O nosso viajante presidencial, depois de 139 viagens internacionais para 80 países, pagos pelo contribuinte, viajou para Honduras para a reunião de Cúpula da Comunidade de Estados Latino-americanos, quando a crise eclodiu, em Brasília.
A Ministra de Relações Institucionais não evitou a escandalosa e fingida “demissão voluntária” do 10º Ministro que saiu do governo, sendo o 1º, denunciado por suspeita de corrupção pela Procuradoria-Geral da República.
Dias antes da demissão, a Warner, a rede de televisão para assinantes, transmitiu o filme: brasileiro: “Polícia Federal – A Lei é Para Todos”, focalizando a Operação Lava Jato.
O thriller policial revive os bastidores da investigação da maior operação de combate à corrupção do Brasil, cujo “happy end” é a prisão de um Presidente eleito.
A ficção baseou-se na realidade, quando a imprensa nacional e internacional divulgou a efetiva prisão do ex-Presidente do Brasil, em 2019, após ter sido condenado pelo STJ por 8 anos e 10 meses de prisão, por crime de corrupção e lavagem de dinheiro.
Um Supremo complô o soltou no 538º dia de prisão, pavimentando a sua eleição, em 2022, e garantindo a sua posse, em 1/01/2023.
Com apenas 2 anos de mandato, os eleitores que acreditaram nas demagógicas promessas eleitorais do “NINE” se juntaram aos 53% dos que desaprovam o seu governo, afundado cada vez mais o Brasil numa tenebrosa recessão.
Desde a sua volta ao Planalto, o ódio revanchista do ex-presidiário não encontra limites.
Exige a punição exemplar da prisão, sem anistia, dos manifestantes de 8 de janeiro, e persegue, acima da lei, os seus oponentes políticos, dando asas à ambição de se perpetuar no poder, sem moralidade pública.
Nunca o futuro do país dependeu tanto da esperançosa mobilização do povo pelo impeachment do Presidente, que está depauperando o Brasil.
Que Deus proteja os brasileiros nessa hora do Basta!

