
A bação brasileira não aguenta mais tantas frustrações, após o governo de Lula da Silva prometer mundos e fundos e não cumprir as promessas demagógicas da picanha, do bem-estar social e dos avanços estruturais.
No domingo, 3 de outubro, foi realizado o exercício do voto em todo o Brasil, sem maiores perturbações da ordem e com a esperança de progresso eletivo com uma boa escolha eleitoral.
Não causou surpresa a ocorrência de um 2º turno diante do acirrado “empate técnico”, na faixa abaixo dos 50%, entre os históricos rivais com suas opostas posturas políticas e ideológicas.
A TV Globo programou um amplo debate entre os candidatos à Presidência em 1º outubro.
O Presidente Lula recusou o convite de participar do debate.
Uma juíza do TSE determinou que se retirasse a cadeira vazia do presidente Lula, que estaria ausente no debate da eleição presidencial.
Uma outra intervenção judicial determinou que fossem alteradas as regras preestabelecidas do debate, o que provocou a recusa do candidato Flavio Bolsonaro de participar do confronto.
A TV Globo resolver cancelar a programação.
Por outro lado, há quem estime que ocorrendo o 2º turno só somente em 25/10, o candidato Lula terá bastante tempo para usar a corruptora máquina do governo para arregimentar e somar mais eleitores, de modo a conseguir reverter as pesquisas negativas, que apontam que 49% dos eleitores desaprovavam a atuação de Inácio Lula da Silva (PT), como Presidente da República.
No Planalto, é tido como certo que o índice negativo de 49% tenderá a diminuir bastante, antes da votação do 2º turno.
O que contraria o sentimento de insatisfação da população, que não se conforma com a Dívida Pública, que saltou de R$74,3 bilhões, em agosto de 2025, para os alarmantes R$105,9 bilhões, em agosto de 2026, atingindo o estarrecedor 82,9% do PIB.
Como senão bastasse termos que sobreviver com juros, que dispararam para 13,75% nesses 12 últimos meses.
Acorda Brasil!
É hora da bem-vinda volta ao poder da direita Bolsonarista.

