
Dia 25 de março, a seleção amarela levou um “baile histórico” da seleção alviceleste no estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, em partida válida pela 14ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
Foi um vergonha!
No final de março, terminou o tour oficial de viagens e mordomias do Presidente do Brasil para conhecer o sol nascente do Japão e o sol pacificado do Vietnã, junto com sua gigantesca comitiva de convidados, tudo pago com o nosso dinheiro.
Os Supremos Justiceiros, que, em 2022, o soltaram, no 580º dia da prisão especial no prédio da Polícia Federal em Curitiba, enquanto o Chefe se divertia lá fora, finalizaram a incriminação do seu maior adversário político numa trama teatral de 3 atos.
No 1º ato, montaram, às pressas, um volumoso e inventivo inquérito policial.
No 2º ato, o relator do processo aprovou a enganosa denúncia, produzida pela PGR para incriminar o ex-Presidente e mais sete acusados.
No 3º ato, o unânime veredito do Supremo Colegiado tornou o réu um denunciado.
O viajante, na despedida de Tóquio, sob as luzes e microfones da mídia internacional, pouco informou sobre os resultados comerciais da visita.
Primou por enaltecer a condenação do seu antecessor, que se “tornou réu por tentativa de golpe de Estado”.
Menosprezou a pauta do intercâmbio comercial, para celebrar um contraditório da vida nacional, o que só incentivou a mídia internacional a relembrar o seu passado de ex-presidiário, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, e a informar a calamitosa situação econômica e social do Brasil, rumo à recessão com a escalda de juros estratosféricos, a desaceleração do PIB e o descontrole da inflação.
Foi uma vergonha internacional: o mundo tomou conhecimento da decadência do Brasil.
Que Deus proteja o Brasil do ódio vingativo dos corruptos e fracassados.

