Nunca um Natal foi tão diferente

É com muita tristeza que a grande maioria dos brasileiros, imbuída por um alto senso de responsabilidade, cancelou as festivas e alegres reuniões natalinas com a família e os queridos amigos.

Prevaleceu a natalina decisão do isolamento social diante da premente necessidade de se preservar a vida no enfrentamento do flagelo epidêmico, que “afligiu desde o início” do ano todos os países do planeta numa hecatombe única da História da humanidade.

Até Papai Noel teve dificuldade de sair do longínquo Porto Norte para cumprir a missão de trazer alegria às famílias, em especial às crianças, sempre felizes com a sua rechonchuda presença. Sempre abarrotado de presentes para deixá-los debaixo das luminosas árvores de Natal.

Desejo aos VISITANTES e AMIGOS, que prestigiam as minhas crônicas semanais, um FELIZ NATAL, com meus votos de muita saúde, paz e felicidade, extensivo aos seus familiares.

É hora de nos confraternizar e torcer para que os bons presságios se concretizem no Brasil.

Apesar das incertezas, já resplandece no céu brasileiro uma estrela luminosa da Via Láctea, cuja intensidade de milhões de sóis do Sistema Solar anunciam a “iminência” de uma “alternativa concreta” para reverter o negativismo e a angústia coletiva a respeito de uma doença que atingiu a todos, independentemente de idade, sexo, ideologia, de ser pobre ou rico.

Que todos estejam confiantes na reluzente Estrela da Esperança, que o Bom Velhinho colocou no topo da árvore de Natal para se incorporar ao céu estrelado da nossa bandeira verde amarela com seu lema nacional de ordem e progresso.

É tempo de se festejar os dados positivos do desempenho da nossa economia com uma recuperação mais rápida do que a de outros países emergentes.

O PIB avançou 7,7% no terceiro trimestre.

Lembrar que apesar dos contratempos com o Legislativo e o Supremo, da paralisação obrigatória da rede escolar, da efetivação do look down, da superlotação dos hospitais, da irresponsável minoria avessa às medidas protetivas sanitárias, das abusivas aglomerações durante as eleições municipais em plena ressurgência da 2ª onda do coronavírus, a economia do Brasil saiu do buraco e a democracia rechaçou o radicalismo.

O Brasil voltou a crescer e a confiar na volta da normalidade.

O bom velhinho de barba branca não desistiu da sua missão de semear a união e a paz.

O seu trenó puxado a renas chegou em boa hora nos lares para consolar a alma aflita dos brasileiros no limiar “do ano da virada”, como prevê o Ministro da Fazenda.

Não se esqueceu de deixar ao pé da árvore de Natal a otimista mensagem do Presidente da República, declamada no lançamento do Plano Nacional de Imunização contra a doença, no Palácio do Planalto, que reuniu 23 governadores:

“Peço a Deus que estejamos certos, a solução está por vir”,

Vamos “irmanados” confiar na certeza do Presidente, eleito democraticamente.

Vamos acreditar num Brasil que vitoriosamente vacinará, de modo eficaz a população, a começar pela sua parcela ¨mais suscetível aos quadros graves da doença¨.

Vamos unidos derrotar os que se aproveitam da politização da pandemia e das vacinas, para insuflar uma campanha de ódio contra os que patrioticamente querem curar o Brasil do vírus da corrupção, mais devastador do que a Covid-19.

Que o Natal, comemorado o nascimento de Jesus, traga a esperança de salvação do mundo.

UM FRATERNAL ABRAÇO DE FELIZ NATAL.

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