
O cenário no Oriente Médio convive com um intencional cessar-fogo, acarretando imprevisíveis consequências na crise mundial do petróleo.
Neste 1º trimestre de 2026, a crise se alastrou pelo mundo afora com maior ou menor intensidade, a depender de como cada pais consegue normalizar o abastecimento nacional, precisando recorrer à custosa importação.
Sabe-se que a crise mundial se originou, a partir dos contestados ataques dos Estados Unidos e de Israel à República Islâmica do Irã, retaliado com a rota estratégica do Estreito de Ormuz, hostilmente fechado.
No início de março de 2026. a crise provocou a disparada nos preços globais do petróleo.
Atingiu patamares elevados com o barril tipo Brent, subindo de U$70 para os U$ 115, ou mais ainda.
A imprevisibilidade do término dos conflitos agravava as perturbações nos mercados de energia e as pressões inflacionárias.
No Brasil, o governo federal demorou-se em minimizar os efeitos devastadores das crises externas.
Sabe-se que mesmo sendo o pais um grande produtor de petróleo, ainda assim o Brasil importa cerca de 25% a 30% do diesel e querosene (55%), que consome com efeitos negativos na economia.
Um pacote do governo tentou minimizar os efeitos inflacionários da alta do preço do petróleo mundial, valendo-se do socorro da Petrobras, o orgulho da soberania nacional.
O presidente vangloriava-se na mídia subvencionada do vertiginoso lucro de R$ 110,1 bilhões em 2025 da estatal, como obra do seu desgoverno.
Certo é que foram as valorosas equipes de empregados da estatal, que souberam cumprir suas responsabilidades nos 73 anos de Petrobrás.
O que se ignora é que o Presidente Luis Lula da Silva, sem qualquer justificativa, penalizou todos os empegados da estatal (ativos e aposentados) com uma redução salarial de 20%, desde de 22 dezembro de 2024 até os dias de hoje!
Que Deus proteja os empregados da Petrobras na grandiosa missão de abastecer com segurança o Brasil, vítimas do presente natalino do Presidente da República, em 2024.

