O STF e a Lei da Ficha Limpa


Em 2016 Gilmar Mendes diagnosticou: Lei da Ficha Limpa foi “feita por bêbados”.
Passados dois anos, o ‘especialista’ Toffoli (relator) – reprovado duas vezes em concursos para Juiz – pegou um caso médico para provar a tese de que a embriaguês em corrupção tem cura. Ficha Limpa, não! Corre risco de morte.
O caso médico analisado por Toffoli é Demóstenes Torres.
Como senador, Demóstenes foi aquele que se revelou um dependente químico da corrupção que negava a dependência e pregava no plenário do Senado os malefícios da bebedeira dos que tomam porres com recursos roubados da nação. Provado seu vicio em tomar o que era do povo ele foi internado na enfermaria do impeachment.
Porém, recentemente, Toffoli – na turma que preside, não apenas o absolveu das acusações como anulou e suspendeu a medicação da inelegibilidade do corrupto o permitindo, nas eleições de 2018, voltar a frequentar a taberna Parlamentar e beber o quanto aguentar do dinheiro do povo.
Agora, o pleno do STF agasalha mais um relatório suspeito do ministro reprovado duas vezes no concurso para juiz.
Lewandowski, que vota a favor de toda excrescência jurídica, apoiou o relator.
Os dois usam o caso médico da corrupção compulsiva para mostrar que a dependência química pelo roubo do dinheiro do povo não é uma síndrome que ataca apenas o líder populista que os nomeou e seus acólitos .
Gilmar Mendes,que fez o diagnostico acima, ainda não vociferou e nem votou.
Espera-se o pior para as doenças etílicas que intoxicam a nação.
Fonte: Facebook do autor

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