21 de maio de 2022
Adriano de Aquino

Como?


Como entender as dificuldades do Brasil para conter a expansão da ignorância e da violência social?
Como inibir e reverter o trágico quadro educacional, há tempos controlado por tutores ideológicos formadores de ‘guardas’ fundamentalistas nas universidades?
Como se proteger de uma imprensa descaradamente manipuladora, que atrofia o jornalismo e engorda a farsa? Essa e muitas outras perguntas atravancam a vida cultural e social do país.
Elas demandam reflexão séria, apartidária e comprometida em projetar uma perspectiva melhor para as próximas gerações.
Os problemas são muitos. Alguns deles tão retrógrados que replicam, em pleno século XXI, os desafios civilizatórios da Idade Média.
Uma pesquisa recente,do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Organização Social que presta serviços ao Ministério da Ciência e Tecnologia, aponta ceticismo dos brasileiros com a Ciência.
Anos de ‘convergência’ dos excepcionais métodos de catequese ideológica/educacional consolidaram: apenas 31% de ‘almas’ nativas enxergam benefícios na Ciência.
Os demais,desconhecem ou desconfiam dessa modalidade de conhecimento.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 Mam/ Rio de Janeiro, Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da Funarj, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /Funarte e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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