14 de maio de 2026
Adriano de Aquino

Claríssimo!

Todas as tentativas da esquerda de cercear as liberdades dos indivíduos, tomar o Estado, censurar e controlar as sociedades, encontram resistência severa nas diversas camadas sociais das populações dos países que tiveram e têm como principio os valores da democracia e alternância de poder.

Minhas críticas à adoção do progressismo, que tanto encanta parte da burguesia esclarecida, é uma aliança estratégica disfarçada de humanitarismo, da esquerda com o islamismo totalitário.

A simpatia e o apoio do sentimentalismo europeu politicamente correto à migração em massa e a crescente disseminação da cultura religiosa fundamentalista no sistema educacional dos países do ocidente.

O bestial e irascível suporte à barbárie do Hamas e outras falanges do terrorismo islâmico, os ataques antissemitas nos campi etc, são reflexos dessa aliança.

A esquerda radical está, mais uma vez, cavando valas profundas, na crença estúpida em uma ‘sharia’ relativista, em sequência à expansão populacional islamita nas democracias da banda ocidental do planeta, que os protegerá e enterrará apenas os cristãos, judeus, budistas, macumbeiros, liberais e conservadores.

Isso é mais que previsível!

Além de burra, a esquerda é capaz de tudo para que sua missão desconstrucionista seja a pá de cal no túmulo do capitalismo.
Inclusive, se oferecer ‘com amor’ no sacrifício coletivo que programam para enterrar as democracias do Ocidente.

https://www.instagram.com/reel/DJNbL_bpT5V/?igsh=MW9udXlhbHQ2MzUxdA%3D%3D

Adriano de Aquino

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

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