Às 24:00h do dia 31/12, não se muda apenas o calendário anual, abre-se o portal do segundo quarto do século XXI.
Quem pousou aqui no início deste século, na virada para 2/4 do século em curso terá 50 anos, quer dizer; 1/2 século.
As meninas, agora mulheres, que pousaram aqui no início do século e tomaram para si, com ousadia e determinação, o destino de suas vidas atravessam o tempo presente sem pesares, constrangimentos ou intimidações, lançando mão dos muitos instrumentos de expressão, força, esclarecimento e arte.
Um dos artifícios do ‘mainstream, bússola orientadora da imprensa mercantil, careta e estúpida é eleger a mulher do ano. Aqui, em Banania, um homem que se converteu mulher e atua no mundinho da política, foi eleito(sic) a “mulher do ano”.
Já desprezam o subtexto. De fato e na real o que esses canalhas impõem é: “meninas, desistam. Não tentem se igualar aos homens. Até como mulher, um homem tem mais destaque do que vocês”.
Dobro a aposta e escolho, por conta própria, não apenas a mulher do ano mas, a mulher de destaque do primeiro quarto do século XXI.
A figura feminina original de destaque que nasceu no início do século XXI (outubro de 2000) e transita entre as artes e estudo científico é Willow Smith. Embora seja amplamente conhecida como cantora, atriz e modelo, Willow é reconhecida como uma entusiasta das áreas STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática).
Ela consolidou sua carreira na música com sucessos como “Whip My Hair” e álbuns aclamados como Empathogen (2024), além de atuar no cinema e co-apresentar o programa Red Table Talk.
Willow estuda física, estendendo seu interesse pelo o campo da física quântica, nanociência e microbiologia que, segundo ela: “a ajuda entender a complexidade do mundo”.
Em suas passagens pelo MIT dialoga com acadêmicos nas matérias de lógica e ciência.
Para ilustrar esse post escolhi a performance musical da Eva Vergilova compositora e guitarrista, que apareceu pra mim nos primeiros anos do Século XXI.
Obrigado, lindas!
Bom ano novo para todo mundo.

