
Em setembro de 2025, Charlie Kirk foi assassinado enquanto discursava em um evento ao ar livre na Universidade do Vale de Utah (UVU), em Orem, Utah, Estados Unidos.
Tyler Robinson, o assassino, efetuou o disparo mortal de uma posição elevada (um telhado próximo) durante o debate aberto com o público. Tyler foi preso. No correr das sessões de seu julgamento ele se declarou inocente das acusações, incluindo homicídio qualificado.
O que acontecerá com ele, condenado a morte ou pena perpetua em nada muda a tragédia real. Pior que isso!
Logo que circulou a noticia do assassinato de Kirk, vi algumas comemorações nas redes sociais aplaudindo o assassino.
Gente da pior espécie manifestou entusiasmo pelo assassinato do ativista conservador.
Aliás, ‘gente da pior espécie’ sempre comemora quando pessoas as quais não tem estofo moral e intelectual para confrontar diretamente, seja com argumentos bem elaborados e atitudes corajosas e corretas, são silenciadas violentamente e para sempre por terceiros e pelo terror.
A canalhice é tamanha que não bastasse o covarde assassinato, as hordas fanáticas insistem na covardia de destruir a viúva, magoar profundamente a filha (ela tinha 3 anos quando ele foi assassinado), o filho, nascido em maio de 2024 e a mãe de Kirk, com ofensas e intrigas familiares desprezíveis.
A coisa atingiu tamanha desumanidade que levou Kathryn Kirk, mãe de Charlie, a conceder rara entrevista à Vanity Fair rebatendo as alegações de um desentendimento familiar com Erika Kirk, onde afirmou categoricamente “que a perda do filho aproximou as duas mulheres e que Charlie ficaria chateado com o tratamento dado à esposa”.
“Nós a apoiamos incondicionalmente”, disse Kathryn Kirk à Vanity Fair em um perfil de Erika, rejeitando as alegações de que os pais de Charlie culpam a viúva por sua morte ou estão brigando com ela por causa do testamento e do futuro da Turning Point USA.
“Erika e eu, por causa do trauma, nos aproximamos ainda mais”, disse ela. “Conhecíamos Charlie de uma forma que ninguém mais conhecia. Podemos olhar nos olhos uma da outra e saber a profundidade do nosso desespero.”
Kathryn, que segundo a Vanity Fair evitou falar com jornalistas até então, disse que deseja manter sua privacidade e força para superar a dor de uma perda tão profunda.

