
Vira e mexe circula nas redes fofocas sobre o playboy Antonio Castro Soto Dell Valle, filho de Fidel Castro.
A fofoca da vez é sobre a compra de um castelo do século XVI, em Pieve Santo Stefano no Lago Montedoglio, Toscana italiana, totalmente restaurado em 2019, ao preço de sete milhões de dólares.
A suposta compra teria sido bloqueada pela justiça da província de Arezzo.
A fofoca não tem fundamento constatável.
Porém, à medida que a imprensa internacional divulga a miséria real em Cuba, Antonio Castro – O Playboy- para a fúria dos oprimidos e famintos, se torna o centro das atenções.
Pudera, a folha corrida internacional do playboy cubano faz babar até capitalistas.
Sigilo é o modo operante dos ditadores e proteção garantida para os seus herdeiros.
A verdade é que não existem relatórios oficiais ou auditorias públicas que determinem o tamanho da fortuna ou comprovem a existência de imóveis e contas bancárias registradas em nome de Antonio Castro Soto del Valle no exterior.
Assim, como ocorria com seu pai, Fidel Castro, as finanças da família são tratadas como ‘segredo de Estado’ pelo regime cubano.
O que se conhece publicamente sobre o padrão financeiro de Antonio Castro baseia-se em investigações jornalísticas, denúncias de opositores e nos registros reais de seus hábitos de consumo fora da ilha, nas suas baladas pelas altas esferas sociais e econômicas da Europa.
Antonio Castro tem diploma de ortopedista.
Também não há registro que confirme que ele tenha participado do arrastão do dinheiro do contribuinte brasileiro disponibilizado no programa Mais Médicos.
Entre 2013 e 2018, os profissionais de saúde cubanos recebiam do programa, diretamente no Brasil, cerca de 30% do valor total da bolsa paga pelo governo brasileiro. Os outros 70% eram remetidos para Cuba.
O certo é que o dinheiro partiu pra Cuba!
Mas, não se sabe ao certo em que ‘caixinha’ entrava.
O que se vê através do telhado de vidro do Antonio, são registros abundantes de suas viagens pelo mundo usufruindo de confortos da elite capitalista.
Ele foi flagrado registrando-se em hotéis de cinco estrelas no Mar Mediterrâneo, alugando iates de luxo na Grécia e reservando suítes exclusivas na Turquia.
Por anos, Antonio monopolizou cargos oficiais na Federação Cubana de Beisebol e na Confederação Mundial de Beisebol e Softbol para viajar com recursos e prerrogativas do governo cubano, facilitando trânsitos internacionais que cidadãos comuns não possuem.
Dissidentes e ex-guarda-costas de Fidel Castro, como Juan Reinaldo Sánchez, afirmam em relatos que a família desfruta de um sigiloso fundo financeiro, conhecido como as Reservas do Comandante.
Esse sistema misturaria o orçamento de empresas estatais cubanas com contas e benefícios privados para manter o luxo e privilégios dos herdeiros ‘de la revolution socialista y igualiaria’.

