
Lula, antecedido por sua esposa, representante plenipotenciária da República da Silva, estará em Moscou no dia 9 de maio, a convite de Putin, o czar supremo do ‘novo soviete’, que tem como maior glória ter extirpado o velho politburo com mais frieza do que seu mestre Stalin.
Ao lado dos mandachuvas alinhados ao ditador russo, os Da Silva, irão comemorar a vitória das tropas de Stalin na Segunda Guerra Mundial.
Descaradamente, o clã Da Silva, sequer mencionou homenagear, então, nem se cogitou a participação da FEB, uma unidade militar que lutou ao lado dos Aliados na Segunda Guerra Mundial, especificamente na campanha da Itália.
A FEB participou da Campanha da Itália, nas suas duas últimas fases, com destaque para o rompimento da Linha Gótica e a ofensiva final aliada em 1945.
Com um contingente de 25 mil homens e mulheres, 443 soldados da FEB tombaram em solo italiano e 3000 foram feridos em combate.
A participação brasileira na Segunda Guerra Mundial foi relevante para a contenção do poderio militar alemão estacionado na Itália, contribuindo para a vitória aliada, especialmente no front italiano.
Porém, na comemoração dos 80 anos do fim da Segunda Guerra, o clã Da Silva estará no palanque ao lado do Putin para comemorar a vitória especificamente russa – do hoje ditador de uma nação que de fato perdeu milhões de vidas em combates – cercado de mandachuvas de países que não sentiram um rastro de cheiro de pólvora, ou estremeceram com o estrondo dos canhões, o inferno dos zumbidos dos aviões, ouviram os gritos de dor e desespero dos combatentes e sequer ampararam feridos ou enterraram seus mortos.
Pergunta- se: quantos combatentes venezuelanos, palestinos, cubanos, chineses, vietnamitas, burkinabés, cazaquistaneses e tajiquestaneses lutaram na Segunda Guerra Mundial ao lado das forças aliadas?
O que ‘armam’ em Moscou, os mandachuvas convidados que tutelam países que não tiveram protagonismo algum na Segunda Guerra Mundial?

