Visitamos a Casa da Tojeira

No plano original desta viagem estava prevista uma quarentena de 14 dias por conta da epidemia. No dia de nosso desembarque em Portugal, esta exigência foi suspensa. Havíamos escolhido o Parque Peneda-Gerês como o nosso pouso inicial, numa ótima casa, mas bem isolada, em Fontainho. Como não era possível desistir, tratamos de aproveitar o melhor possível. O lugar é muito bonito e com várias atrações interessantes. Terminado o período contratado, iniciamos nossa viagem para a cidade do Porto, onde residem nosso filho e a esposa.

Um dos objetivos do passeio ibérico era mergulhar no mundo dos vinhos verdes e na região do Minho. Fora de Portugal há uma certa implicância com este tipo de vinho, muito por conta de produtos de baixa qualidade que foram colocados à venda no nosso mercado. Já os portugueses o consomem habitualmente, sendo um ótimo vinho para acompanhar a rica gastronomia da região. Outro fator a ser levado em consideração é o seu custo, girando em torno de 4 Euros para os rótulos de entrada.

A Casa da Tojeira é uma conhecida vinícola localizada em Cabeceira de Basto, que faz parte da região de Peneda-Gerês. A vinícola está listada na Rota dos Vinhos Verdes, uma inciativa da Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV).

Fomos recebidos por Mila, que seria nossa guia. Sugeriu que visitássemos a casa-sede onde encontraríamos desde um pequeno museu do vinho até grandes salões onde são realizados os mais diferentes eventos.

A mansão, construída no século XVII está perfeitamente conservada e adaptada aos tempos atuais. Só isso já valeria a visita. Haviam mais surpresas, nossos olhos quase não conseguiam ficar parados, tal a quantidade de preciosas informações contidas em cada ambiente: móveis, acessórios, quadros e muito mais. As fotos falam por si.

Vista do interior:

Foto do museu e da cozinha original da casa, preservada para contar história:

Ao final degustamos dois vinhos do extenso portfólio da vinícola.

Os dois vinhos estavam corretos, mas o branco caiu como uma luva naquela hora da manhã (11:00). Gostamos tanto que foi um dos vinhos servidos no nosso almoço de despedida. Mas essa é outra história.

Mila se tornou uma amiga. Foi um longo bate-papo, animadíssimo, que certamente deixou saudades.

Saúde e bons vinhos!

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