Fim de ano


Fim de ano. Cansados, todos nós nos preparando para dar as boas vindas ao próximo, evitando dizer que: “vai ser melhor do que este porque pior, impossível”…
Melhor não contar com isso: não convém sermos peremptórios, pois a experiência nos diz que sempre pode ser pior. Nossa memória é curta, mas, por diversas vezes, comprovamos que o fundo do poço pode sempre ser mais embaixo!
Desta vez, irritados por não terem sido reeleitos para a mamata, vereadores, deputados estaduais, federais e senadores, se propõem a votar absurdos para que seus substitutos tenham muito trabalho de explicar porque a proposta não vai sair do papel. E para que percam bastante tempo com propostas inócuas de projetos propositadamente furados…
Dória, nosso “novo” governador, tendo achado café pequeno a prefeitura da mais populosa cidade do continente, tratou de ir em busca de novos desafios, mais dignos de sua “vastíssima cancha” de “empresário”. Sem pruridos de qualquer espécie, atropelou seu padrinho, candidato à presidência da república, mostrando seu sorriso comercial e perfeito.
Não convenceu, mas os arrivistas de plantão lhe sugeriram concorrer a governador, cargo inferior a presidente, mas, ainda assim, de alta visibilidade.
Modesto, Dória aceitou um cargo inferior para mostrar a que veio, tendo quatro anos para isso: rezemos para que ele não se canse da mesma azáfama por tanto tempo!
A lista de 17 nomes que elaborou para serem seus secretários, até agora inclui 7 dos ministros de Temer, inclusive Kassab, de reputação ilibada, de trânsito leve, livre e solto – não se sabe até quando – em todas as pastas…
Assim, com mais do mesmo, aqui vamos nós, para mais um capítulo “Dória e o Presidente”: cara de pau, Dória já se mostrou amiguinho do Presidente, que dispensou a proximidade: mas, sabemos que muita água e “otras cositas más” correm por baixo da ponte em quatro anos…
Então, vamos a ele: feliz 2019!

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