
Não há quem não conheça essa História.
Na Segunda Guerra Mundial ocorrida nos anos 40 do século XX, um europeu de nome Adolf Hitler achou de bom tom exterminar os judeus da face da Terra, e caprichou no seu intento, construindo campos de extermínio em massa a que deu o nome de “solução final”.
Foi assim que seis milhões de judeus foram mortos nas câmaras de gás do regime nazista.
Naquele momento, a Europa escolheu o pior caminho possível porque assassinou os mellhores, que deixaram de nascer e contribuir para o progresso e o bem estar do mundo em que vivemos.
E para concordar com o que digo é preciso saber mais profundamente quem é o povo judeu.
Os judeus são um povo milenar que na Antiguidade habitavam majoritariamente os reinos de Israel e Judá, lá chegando por volta de 2000 A.C., liderados pelo patriarca Abraão.
Foi no século II DC, depois de revoltas judaicas, que os romanos destruíram Jerusalém e expulsaram os judeus da região, que se espalharam pelo mundo todo desde então, mas nunca deixaram de existir naquele local.
Essa região onde tais fatos aconteceram é a Palestina atual da qual tanto se fala, mas tão pouco se conhece.
Foi desde tempos ancestrais terra habitada por bizantinos, otomanos, árabes, judeus, romanos e mais recentemente os britânicos, sem nunca ter sido um país soberano, é bom que isso fique bem claro.
O Mandato Britânico da Palestina vigorou formalmente entre 1920 e 1948, em substituição ao Império Otomano, logo após a primeira guerra mundial.
Desde 1917, os britânicos apoiavam a criação de um lugar específico para os judeus espalhados pelo mundo, o que acarretou em grandes levas de pessoas retornando à região, no que ficou conhecido como movimento sionista, um retorno ao lar.
Com o fim da Segunda Guerra, o horror do Holocausto tornou-se público e incentivou a divisão daquela área de terras nomeada desde tempos ancestrais como Palestina e que não pertencia a ninguém, especificamente, em duas partes, onde uma delas seria habitada por judeus e a outra parte habitada por árabes.
As lideranças judaicas aceitaram a partilha das terras decretada pela ONU e em 1948 ocorreu a fundação do Estado de Israel, mas foi rejeitada pelas lideranças árabes.
Que fique claro, portanto, que nunca houve a existência de um Estado Palestino.
Desde então, aqueles que ficaram conhecidos como povo palestino, aprimoraram-se na arte de atacar os judeus e ter como único objetivo sua destruição total e final, tal como os nazistas encabeçados por Hitler o fizeram em 1945.
E foi assim que o mundo conheceu novamente o horror em forma de matança de 1.200 civis realizada de maneira coordenada e cruel, quando bebês, crianças, jovens, idosos, onde foram estuprados, degolados, colocados em fornos, sequestrados, aterrorizados.
E fizeram tudo isso com orgulho, telefonando para seus pais e familiares, informando que estavam matando judeus, e filmando minuto a minuto daquele show de horrores que o grupo terrorista Hamas realizou no dia 7 de Outubro de 2023, em alegria infinita por atos que nos parecem satânicos, mas a eles soou como a realização de um sonho há tempos aguardado.
E mais uma vez, a Europa fez a escolha errada.
Universidades, mídia escrita e falada, a “inteligentsia” como um todo, uniram-se vergonhosamente em apoio à turba bárbara, içaram a bandeira palestina, vestiram o lenço xadrez tradicional daquela região, na mesma medida em que iniciaram ataques a judeus por todos os lugares em que foram encontrados, talvez por entenderem que aos judeus cabe somente sofrer agressões, perseguições, sequestros e mortes, sem revidar e sem se defender.
E, se o acolhimento de povos muçulmanos que chegavam em massa à Europa já acontecia há mais de uma década, após a tragédia de Outubro de 2023, a defesa intransigente da religião e cultura islâmica tornou-se praticamente uma obsessão de países europeus ditos civilizados.
O que penso a respeito?
Penso que me entristece sobremaneira que a Europa tenha escolhido esse caminho equivocado, burro, auto-destrutivo, para dizer o mínimo, parecendo não entender que escolheu suicidar-se por motivos que não me parecem ainda muito claros, mas talvez por uma “culpa” que lhe cai sobre os ombros por serem culturas mais ricas e evoluídas que outros povos ainda engatinhando em temas civilizatórios.
Tenho a maior admiração pelo povo judeu, por sua inteligência, resiliência através das eras, mantendo sua cultura, sua religião, suas tradições, respeitando os livros como poucos povos o fizeram, ainda que tivessem que viver como nômades por séculos, pelo país fantástico que ergueram em poucas décadas, como caso de sucesso admirável, por sua contribuição inigualável ao mundo em termos tecnológicos, qualidades essas que os fazem únicos dentre os povos da Terra.
Nesse sentido, apoiarei Israel até o fim porque sabem que não podem abrir mão da sua decisão de lutar e defender Israel contra esse povo culturalmente agressivo, economicamente atrasado, liderado no momento por terroristas violentos que têm como objetivo único, como missão de vida, a destruição de Israel e do povo judeu.
E, infelizmente, é bom que se diga, não são somente os terroristas a odiar Israel, mas também o povo que ali habita, doutrinados que são desde o berço para que não reste um único judeu vivo em todo o mundo.
E esse odio, fica mais claro, entranhou-se em países europeus que assassinaram os melhores no holocausto nazista e ao assim fazê-lo desistiram de cientistas, músicos, professores, inventores que deixaram de nascer e contribuir com o mundo com a sua existência e agora, novamente, se abraçam com um povo atrasado e possuidor de valores onde a violência predomina, fazendo a opção mais do que equivocada de apoio ao Islã e seus fanáticos assassinos e estupradores.
Abraço de afogados.
Pobre Europa em sua escolha pelo abismo.
Israel, no entanto, sobreviverá.
“Israel só deixará de existir se deixarem de existir as leis que determinam quando aparece o Sol, a lua, as estrelas e as ondas do mar.”
Jeremias.

