
De: Shouryuv, Índia, 2023.
(Disponível na Netflix em 6/2025.)
Uma mistura de romance e drama familiar, Oi, Papai, luxuosa, luxuriante produção bollywoodiana de 2023, conseguiu a proeza de deixar zonzinho este veteraníssimo assistidor de filmes aqui. É, a rigor, um melodramão exageradérrimo, uma coisa assim de deixar qualquer novela mexicana, colombiana ou brasileira no chinelo nos quesitos apelação extrema, sentimentalismo exacerbado.
E no entanto… me encantou! “Me encantó!”, como diz Ivana-Julieta Diaz na deliciosa, encantadora comédia romântica argentina Corazón de León (2014).
Por uma questão de mercado, de distribuição, nós, brasileiros, não conhecemos muito filmes de Bollywood – embora o cinema da Índia seja o que mais produz títulos no mundo, muito mais que aquela Meca mais famosa que deu origem ao nome. (São cerca de 1.500 filmes indianos por ano, nem todos feitos ali em Mumbai; o segundo maior produtor é a China; Hollywood e os Estados Unidos como um todo vêm em terceiro lugar, com entre 600 e 700.)
Mas, pelo pouquíssimo que conheço, dá para afirmar que este Hai Nanna é uma típica superprodução bollywoodiana. É tudo colorido demais. As imagens são de uma beleza visual incrível, absurda. Não tem nada a ver com realismo – o cinema de Bollywood, muitíssimo mais que o Hollywood, demonstra para o espectador o tempo todo que aquilo ali que está passando na tela não tem nada a ver com a reprodução de coisas que acontecem na vida real – é fantasia, é sonho. É cinema-diversão, meu!
E então dá-lhe música, sempre, ocupando boa parte da ação. Música feita diretamente para o filme, para se encaixar na história. Letras que exprimem o que aquele personagem está pensando, sentindo – como na ópera, como em Os Guarda-Chuvas do Amor/Les Parapluies de Cherbourg, de Jacques Demy, o único filme, que eu saiba, inteiramente cantado.
E mais: dá-lhe dança, mesmo nos momentos de maior tensão (melo)dramática. Belas coreografias – tudo dentro da narrativa, fazendo parte da trama.
Ah, sim: dá-lhe luxo. Dá-lhe luxo, no país que tem 234 milhões de pessoas em situação de pobreza grave, segundo dados da ONU de 2024. Não passa diante das câmaras do autor e diretor Shouryuv sequer uma pessoa pobre, uma rua pobre, uma casa pobre. Todos os personagens são bem de vida, como se não estivéssemos na Índia, e sim na Escandinávia.
E, claro, todo mundo é belo. Como se o deus Apolo tivesse feito morada na Índia. Os dois atores que fazem o casal central – Nani, ele, e Mrunal Thakur, ela, são absolutamente belos.,
Que fique claro: não tenho nada contra todas essas características que tentei enumerar aí acima. De forma alguma. A rigor, todas essas características – com exceção das cores, é claro – existiam também nos filmes da Era de Ouro de Hollywood, o cinema dos anos 30, quando os Estados Unidos estavam afundados na Grande Depressão, parte imensa da população vivia na pobreza, na miséria – e, no entanto, nos filmes tudo era rico e belo, as pessoas em roupa de gala entravam e saíam sem parar de restaurantes e nightclubs elegantérrimos.
De uma certa forma, a cinema de Bollywood na Índia de imensa injustiça social e gigantesco número de muito pobres é assim um exagero do cinema de Hollywood na Era de Ouro. Talvez se pudesse dizer que quanto maior a miséria, maior a necessidade do escapismo.
Bem, mas aí viajei, dei uma despirocada, fugi do filme especificamente.
Oi, Papai é uma luxuosa, luxuriante produção bollywoodiana, extremamente bollywoodiana, que exagera demais da conta no dramalhão, no novelesco, cheio de apelação extrema, implausibilidade. Sim, é verdade.
Mas é também uma história que fascina, que encanta, uma história de imensa originalidade.
Depois de ver o filme, fiquei pensando na frase que Claude Lelouch adorava repetir, e que sempre tive como uma grande verdade: “Só existem duas ou três histórias na vida. Mas as variações são infinitas.”
Oi, Papai derrubou esta antiga crença minha, de que, como dizia Lelouch, só existem duas ou três histórias na vida.
Nunca houve no mundo nada parecido com a história do belo Viraj e da linda, esplendorosa, resplandescente Yashna.

Um fotógrafo bambambã e a filhinha gracinha
O filme abre com uma voz masculina perguntando, ainda com a tela totalmente negra: – “O que você vai cantar para nós hoje?”, e uma voz feminina, de pessoa bem jovem, respondendo: – “Esta é muito especial, e é na minha língua materna, telugo”.
– “Precisamos checar sua voz. Vamos ver se você tem talento”, diz a voz masculina – estamos, portanto, em uma edição de um desses shows de talento.
A primeira imagem que vemos é o rosto de uma jovem lindíssima, em close-up (a atriz se chama Ritika Nayak). Ela se canta acompanhando-se ao violão.
Quando ela começa a cantar, com uma voz linda, límpida, o que se vê é outra sequência, completamente diferente: estamos em um grande estúdio fotográfico, em que se realiza uma caprichadíssima sessão de fotos de moda. O comandante do espetáculo, o fotógrafo que, evidentemente, é um grande nome, respeitado, admirado, é um jovem de finíssima estampa, cabelos fartos e barba bem negros – Viraj, o protatonista da história, interpretado por Nani, o nome artístico de Naveen Babu Ghanta, 42 títulos no currículo, 17 prêmios.
Ao longo da sequência de tomadas curtas dentro do imenso estúdio, cheio de gente, tanto modelos quanto assistentes do fotógrafo, continuamos ouvindo a bela voz da jovem tão bela quanto – mas só ficaremos sabendo quem é aquela moça daí a duas horas e meia, na sequência final do filme de 155 minutos.
Ao final da sessão de fotos, Viraj vai pegar a filhinha na escola. A garotinha Mahi (o papel de Kiara Khanna) tem 6 anos de idade, é lindinha e fofíssima – e veremos que é uma das três personagens centrais do filme.
Mahi mora com o pai e com o avô (o papel de Jayaram), um senhor calmo, tranquilo, com todo jeito de boa pessoa. Acompanhamos, bem no início do filme, o jantar de Mahi com o pai e o avô. A criaturinha mostra-se preocupada com alguma coisa – e, depois de alguma demora, revela para eles que o motivo de estar daquele jeito é um garoto novo na escola. Viraj se espanta com a possibilidade de a filhinha já estar sofrendo por amor, mas não é nada disso. É que o garoto conseguiu tirar a melhor nota da classe e, por um ponto, tirou dela o título de melhor aluna.

A garotinha nascera com uma doença rara e fatal
Humm… Me pareceu haver um problema de lógica aí. Crianças de 6 anos com tarefas que dão notas? Disputa de quem tira as notas mais altas no que nós chamamos de pré-primário? Coisa esquisita… Bem, mas a Índia, assim como a China, é outro planeta, então deixa pra lá.
Fatos realmente importantes para definir para onde vai a trama acontecem após o jantar, na hora de Viraj colocar a gracinha da Mahi para dormir. Ele começa a ler uma história para ela – em inglês –, a história de um rei. E Mahi pergunta quem ela vai imaginar que é o rei, que cara ele vai ter, para que ela possa acompanhar a narrativa. Viraj diz que é para imaginar que o rei tem a cara dele – e, claro, o rosto da filhinha do rei é o dela.
Estabelecidos os rostos dos personagens, Mahi dá um sorriso lindo e demonstra que o pai pode ir em frente na leitura.
Vemos belíssimas, caprichadas tomadas de pai e filha, enquanto ele lê a história – Mahi é daquele tipo de criança que demora a dormir.
Ao final da história, a garotinha pergunta: – “Não tem mãe nessa história?” Não, não tem. Ela: – “Eu quero uma história com mãe. Senão não vou tomar os remédios”. E reclama que o pai sempre inventa desculpas para não contar sobre a mãe dela. Diz que quer saber, que não quer esperar mais.
Viraj promete que vai contar – depois que ela voltar a ser a melhor da classe.
Veremos logo em seguida que aquela garotinha linda, fofinha, nasceu com uma doença rara e fatal, uma tal de fibrose cística. Assim que Mahi nasceu, os médicos haviam dado a ela no máximo seis meses de vida. Viraj – com imensa dedicação, com a ajuda do avô dela, e também de médicos e medicamentos, é claro, com extremos cuidados com a comida dela – conseguira que ela chegasse até ali, aos 6 anos de idade.
Abnegado, o avô tinha pesquisado e conseguido encontrar um bambambã especializado, que havia conseguido realizar transplante de pulmões em crianças com aquela doença e assegurado sua sobrevivência. Pensavam em fazer com que ele operasse Mahi.

O pai não cumpre a promessa de contar sobre a mãe
Os créditos iniciais começam na segunda sequência do filme, a passada no grande estúdio fotográfico, Eles vão rolando com calma, em parte em hindi (creio), em parte em inglês. Quando terminam, com o letreiro de “escrito e dirigido por Shouryuv”, entra uma voz masculina cantando uma canção doce, agradável, enquanto vão rolando belíssimas tomadas de Viraj e Mahi, em diversas situações, todas fofas, e algumas de Mumbai, a gigantesca metrópole em que eles moram, até outro dia chamada de Bombaim, Bombay, o que explica o B de Bollywood. A canção começa dizendo versos assim: “Eu sou seu pai e sua mãe. / Meu coração é um berço para você. / Esta mão que balança é o meu amor. / Deite-se neste coração, brinque neste refúgio…”
Imagens belíssimas – e música. Canção feita para aquele momento da narrativa, que se incrusta na narrativa, que é como se o personagem estivesse cantando. Como na ópera. Uma característica básica dos filmes de Bollywood.
Não demora muito para que Mahi consiga conquistar de novo as melhores notas da classe. De posse do boletim, espera, é claro, que o pai cumpra sua promessa, e conte para ela a história de sua mãe, a mãe que ela não conheceu.
Viraj faz a besteira de arranjar uma desculpa e não cumprir o prometido.
Na manhã seguinte, quando ele abre a porta do quarto da filha, ela não está lá. Desapontada com o pai, brava, havia fugido de casa, junto com Pluto, o cachorro que crescera junto com ela.
Em desespero, pai e avô saem à procura da garotinha pelas ruas daquela metrópole de 20 milhões de habitantes.

De repente, surge uma mulher de beleza extraordinária
Hum… O senso de lógica, de pé no chão do espectador ficou incomodado com a coisa um tanto inverossímil de uma garotinha de apenas 6 anos, bem criada, fugir de casa, sem ter para onde ir? Diacho, isso aqui não é um filme realista, cacete. É um melodramaço de Bollywood, com muita música e dança e sentimentalismo à solta, em doses cavalares. Oxente!
Até porque, neste momento – estamos com 19 minutos de filme – vai rolar um evento fantástico, incrível, que vai definir tudo o que virá a seguir.
Pluto, um cão grande, começa a correr, e a corrente que o prendia a Mahi se solta da mãozinha da garota. Ela começa a correr atrás dele, mas, diacho, ela tem uma doença respiratória, e então pára, resfolegando, junto à parede de um prédio, dizendo: – “Por favor, alguém me ajude!”
E então vemos, em um plano entre o americano e o close-up, uma mulher de beleza extraordinária.
Mahi grita para que alguém segure o cachorro.
A mulher de beleza extraordinária segura a corrente de Pluto, e vai se aproximando de Mahi.
Começam a conversar – em inglês. (O tempo todo, os personagens alternam o inglês com uma das muitíssimas línguas da Índia, no caso, o telugo.) – “Tenho uma doença chamada fibrose cística!”, ela diz, em inglês. Em seguida explica, em telugo: “Todos dizem que é uma doença fatal. Mas o meu pai diz que isso é besteira e não vai acontecer nada comigo.”
Há em seguida uma sequência surpreendente, um tanto assustadora, bem rápida.
Corta, e Viraj, que está na escola de Mahi, atende ao celular: – “´É o pai de Mahi? Venha logo para este endereço.”
A mulher de beleza extraordinária está com Mahi em uma lanchonete. Tratam-se como se fossem amigas desde sempre. Viraj chega, dando bronca: – “Mahi, você ficou doida? Saiu sem avisar ninguém. Tem idéia do que eu passei? Acha que é uma brincadeira?”
– “Este é meu papai”, diz Mahi para a mulher de beleza extraordinária.
Ela se levanta, estende a mão para Viraj e diz, com um sorriso de derreter frades de pedra:
– “Oi, papai. Eu sou Yashna.”

O pai, finalmente, conta para a garotinha sobre a mãe dela
Dou uma aceleradinha na narrativa.
Viraj senta-se à mesa onde estavam as duas mulheres. Àquela altura, é claro que a garotinha já havia contado tudo para Yashna – que ela nunc conheceu a mãe, que foi criada pelo pai e o avô, que o pai nunca contou para ela sobre sua mãe.
As duas mulheres, juntas, solidárias, demonstram que o erro não foi dela, de fugir de casa – foi dele, por descumprir a promessa de finalmente contar a história da mãe dela. As duas mulheres exigem que ele comece a contar a história – já, ali, naquele momento.
Jogado às cordas do ringue por duas mulheres que lutam unidas, Viraj não vê outra saída. Diz que vai contar, sim, a história da mãe de Mahi.
A garotinha pergunta como ela deve imaginar que é a mãe. Exatamente como havia feito ao ouvir a história do rei, no livrinho…
O pai não sabe o que dizer.
Yashna, a mulher de beleza extraordinária, diz: – “Imagine que sou eu!”
Viraj começa a contar a história de como ele conheceu sua mulher, a mãe da garotinha – e o espectador vai vendo o que ele vai narrando. E o que o filme vai mostrando é um Viraj um pouco mais jovem, numa cidadezinha pequena, que fica conhecendo uma moça que chega de trem ali – e a moça vem exatamente igual a essa Yashna que havia acabado de conhecer Mahi e as duas haviam se tornado amigas irmãs desde sempre.

O que vem a partir daí é uma história excepcional
Uau!
Gosto muito de, nestes meus comentários sobre os filmes, relatar, muitas vezes em detalhes, como começa a narrativa. O que rola aí nos 15, 20 minutos iniciais da história. Acho que, para o eventual leitor que ainda não viu o filme, pode funcionar como um trailer, uma apresentação do que se trata – sem, no entanto, de forma alguma, dar spoiler, estragar o prazer que ele terá diante do próprio filme. E, para o eventual leitor que já viu, pode funcionar como um resgate, uma lembrança de como era mesmo a história, e também qual era mesmo o clima. Confesso que, para mim mesmo, é um prazer fazer esses relatos, porque gosto, tenho prazer em escrever, gosto de relatar, reportar fatos, histórias.
Quando gosto do filme, quando a história me fascina, aí o relato fica graaaande…
Ao relatar aqui o início deste filme, exagerei no detalhamento de tudo…
O que, a rigor, explica perfeitamente por que ele é um filme de deixar o espectador zonzo.
Oi, Papai é tudo aquilo lá que foi dito – , um melodramão exageradérrimo, uma coisa assim de deixar qualquer novela mexicana, colombiana ou brasileira no chinelo nos quesitos apelação extrema, sentimentalismo exacerbado.
Verdade, é tudo isso. Mas, diacho, é tudo tão extremamente bem realizado, as imagens, as pessoas, tudo é tão belo – e a história que vem a partir disso aí que relatei é tão maravilhosa, tão extraordinária, que é impossível você não se encantar.
“Written and directed by Shouryuv”, informam os créditos iniciais, no seu finalzinho. Em Hollywood, e também em diversas cinematografias, essa forma, esse jeito de creditar, “escrito e dirigido por fulano”, indica que o diretor do filme é o autor do argumento e do roteiro, o sogetto e sceneggiatura, como se diz na língua daquele que foi o melhor cinema do mundo quando eu era garoto e aprendi a amar os filmes.
Parece que em Bollywood é meio diferente. Um pouco antes de os créditos iniciais dizerem isso, “Written and directed by Shouryuv”, eles haviam informado que o roteiro é de autoria de Shouryuv, Bhanu Dheeraj Rayudu e Vasanth Sameer Pinnamaraju, com base em uma história de Shouryuv, com diálogos de Nagendra Kasi e, adicionalmente, Vamshi Bommena.
Faz mais sentido isso aí: Shouryuv criou, bolou a fantástica, extraordinária história. Mas, para escrever o roteiro, teve a ajuda de dois profissionais, e de mais outros dois para escrever os diálogos que, afinal, são em duas línguas, o telugu e o inglês.
Não daria para um único sujeito ter feito todo esse complexo, e maravilhoso, extraordinário trabalho.

Foi o primeiro longa do diretor e roteirista
É inacreditável, mas este Hi Nanna foi o primeiro filme de Shouryuv, o nome artístico de Koduri Yuvaraj Shourya Simha, um sujeito que aparenta ter uns 40 e poucos – não achei registro da data de nascimento dele. Antes deste filme, havia dirigido apenas um vídeo musical, em 2022. E, apesar de este seu filme de estréia ter sido um grande sucesso na Índia, segundo a Wikipedia, ele ainda não havia feito outro quando eu o vi, em meados de 2025.
Assim como seu personagem Viraj, Shouryuv não é de Mumbai/Bombaim. Nasceu em Visakhapatnam, exatamente do outro lado daquele país continental de mais de 1.200 línguas e dialetos, das quais 22 são oficiais. E, como a jovem cantora diz logo na abertura do filme, o idioma falado pelos personagens, além do inglês, é o telugu, ou telugo – e não o hindi, que é a língua em geral usada pelos filmes de Bollywood.
Entender a Índia, ainda que só um pouquinho, parece tão difícil quanto aprender sânscrito ou física quântica. Mas essa profusão de línguas seguramente é o que explica o fato de que Mrunal Thakur, a belissíssima atriz protagonista do filme, tenha sido dublada – a Wikipedia diz que a voz é de Chinmayi Sripaada.
Mrunal Thakur – a beldade que interpreta Yashna, a mulher que socorre a garotinha Mahi na rua, e também a a mulher por quem Viraj se apaixona e com quem se casa e tem a filha, que ele chama de Varsha – é, assim como o ator Nani, uma grande estrela do cinema indiano. Ao contrário do diretor Shouryuv, não esconde a idade: nasceu em 1992, e estava, portanto na flor dos 31 aninhos quando o filme foi lançado. Tem 30 títulos no currículo, entre filmes e séries de TV, já recebeu 26 prêmios na Índia e em festivais mundo afora.
No IMDb, Oi, Papai tem a altíssima nota de 8,2 em 10, média da avaliação de 21 mil leitores do site. No Rotten Tomatoes, estava, em junho de 2023, com a fantástica taxa de 100% de aprovação entre os críticos, e 94% entre os leitores.
Merece.
Anotação em junho de 2023
Oi, Papai/Hai Nanna
De Shouryuv, Índia, 2023.
Com Nani (Viraj),
Mrunal Thakur (Yashna/Varsha),
Kiara Khanna (Mahi, a filhinha de Viraj),
Jayaram (o avô de Mahi), Priyadarshi Pulikonda (Justin, o grande amigo de Viraj), Shilpa Tulaskar (a mãe de Yashna e Neha), Drishty Talwar (Neha, a irmã de Yashna), Nassar (Dr. Ranjan), Angad Bedi (dr. Aravind Bhatia, o noivo de Yashna). Viraj Ashwin (dr. Ashok Bhatia, o irmão de Aravind)
e, em participações especiais, Ritika Nayak (Mahi adulta, na abertura e no final), Shruti Haasan (modelo), Neha Sharma (modelo)
Roteiro Shouryuv, Bhanu Dheeraj Rayudu e Vasanth Sameer Pinnamaraj
Baseado em historia de Shouryuv
Diálogos Nagendra Kasi; diálogos adicionais Vamshi Bommena
Fotografia Sanu John Varughese
Música Hesham Abdul Wahab
Montagem Praveen Antony
Casting Vishal Saroye
Desenho de Produção Kolla Avinash
Figurinos Lakshmi Kilari, Sheetal Sharma
Produção Mohan Cherukuri, K.S. Murthy, Vijender Reddy Teegala, Vyra Entertainments.
Cor, 155 min (2h35)
Fonte: 50 anos de filmes

