29 de abril de 2026
Professor Taciano

O oportunismo politiqueiro do “lulopetismo ” por detrás de uma tragédia

Olá, caríssimos,

Lula do PT — o mesmo que declarou em discurso na Malásia que os traficantes eram “vítimas dos usuários”, voltou a mostrar ao Brasil a face mais hipócrita e ideologicamente distorcida do lulopetismo. Numa demonstração inequívoca de que sempre defendeu e continua defendendo bandidos, ele mesmo o disse, com todas as letras, em palavras oriundas de uma mente já senil e distante da realidade nacional.

Não satisfeito, Lula agora crítica e ataca as ações da megaoperação contra narcotraficantes do CV nos Complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro, realizada na última terça-feira.

Segundo ele, a operação teria sido uma “matança”. A verdade, porém, é que a ação das forças de segurança deixaram 121 mortos, entre eles, 117 marginais de alta periculosidade, todos empunhando fuzis e não flores — e, lamentavelmente, quatro policiais, cujas vidas, na ótica petista, parecem valer menos que a de qualquer criminoso tombado em confronto. Nem se fossem dez mil marginais abatidos, a vida de um policial honrado teria equivalente.

A estapafúrdia fala de Lula aconteceu em uma entrevista a agências internacionais na manhã da terça-feira. Segundo o próprio, “a ordem do juiz era para que fossem cumpridos os andados de prisão, não para uma matança, e no entanto, houve uma matança. Acho importante verificar as circunstâncias em que ocorreu”.

Mas a pergunta que não quer calar é: como cumprir mandado de prisão se a polícia é recebida por uma tempestade de balas provenientes dos armamentos pesados dos traficantes? Qual mágica o senil Lula faria para que os 117 marginais fossem presos com vida?

Seria a mesma mágica com que prometeu “acabar com a guerra entre a Ucrânia e a Rússia”, sentado num bar, tomando
uma cerveja e discursando como se fosse um pacificador universal?

Em momentos de dor e tensão nacional, o lulopetismo não se contém: transforma tragédias em palanque, discurso em espetáculo e sangue em retórica política. É o oportunismo travestido de compaixão, o sentimentalismo calculado que busca manipular corações e mentes enquanto o país clama por segurança, justiça e respeito.

Lula e seus seguidores continuam presos a uma lógica perversa, onde o bandido é vítima e o policial é o vilão; onde o Estado deve pedir desculpas a quem desafia a lei; onde a ordem pública é vista como “repressão” e o crime, como “reação
social”.

Essa inversão moral é o retrato mais fiel do Lulopetismo: um movimento que se alimenta da desgraça, que manipula tragédias e que, por trás do discurso de empatia, esconde o instinto político de sobrevivência.

Tragédia não é trampolim eleitoral. Dor humana não é ferramenta de marketing ideológico. O Brasil precisa de liderança, não de encenação. De coragem, não de covardia. De verdade, não de teatro.

Professor Taciano Medrado

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade do Estado da Bahia (1987)-UNEB e graduação em bacharelado em administração de empresa - FACAPE pela FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS DE PETROLINA (1985). Pós-Graduado em PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL. Licenciatura em Matemática pela UNIVASF - Universidade Federal do São Francisco . Atualmente é proprietário e redator - chefe do blog o ProfessorTM

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade do Estado da Bahia (1987)-UNEB e graduação em bacharelado em administração de empresa - FACAPE pela FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS DE PETROLINA (1985). Pós-Graduado em PSICOPEDAGOGIA INSTITUCIONAL. Licenciatura em Matemática pela UNIVASF - Universidade Federal do São Francisco . Atualmente é proprietário e redator - chefe do blog o ProfessorTM

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