Entrevista do Suplicy

9ae544f2-932c-4f7a-8e07-fdf885ca403aFoto: Arquivo Google

Assisti ontem à noite a entrevista que Eduardo Suplicy concedeu ao Roberto D’Ávila. Tentei usar meu olhar mais isento e respeitoso possível, que durou cinco minutos, lamento.
A princípio parecia apenas um homem à beira da senilidade, mas nas entrelinhas vai se mostrando o mesmo oportunista de sempre. A sua plataforma para o exercício do mandato como vereador é a mesma de sempre: renda mínima. O velho assistencialismo de sempre.
Criticou a proposta de privatização do Parque Ibirapuera, claro, já que bom mesmo é ter um Estado inchado, incompetente e oneroso.
Tergiversava sempre que D’Ávila colocava o dedo nas falcatruas do seu partido e respectivos bandidos. Nenhuma autocrítica, nenhum traço de justificativa. Chegou no máximo a dizer que eles merecem amplo direito de defesa. Ok, isso eles têm de sobra.
E, claro, para compor o personagem, cantou “blowiing in the wind”, no melhor estilo bobo da corte de sempre. De palhaço em palhaço, vamos sustentando políticos que não têm nada, absolutamente nada a contribuir para o desenvolvimento da cidade. Mais do mesmo.

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