Respondendo ao "Cadê o Queiroz?"


É muita hipocrisia, mas a esquerda é assim. Ouviu um, ouviu todos. Para os papagaios de pirata que ficam perguntado cadê o Queiroz, vamos aos fatos.
Dois anos antes das eleições, o sigilo de Flavio Bolsonaro foi quebrado sem autorização judicial. Ou seja, querem saber do Queiroz, que movimentou cerca de R$ 600 mil, ou do Flavio Bolsonaro?
Depois das eleições, quebraram o sigilo de 94 pessoas e nove empresas ligadas ao senador eleito. NOVENTA E QUATRO PESSOAS!!! NOVE EMPRESAS!!!
Eu não tenho bola de cristal, mas caso já tivessem encontrado alguma coisa relevante, não precisariam fazer esse tipo de investigação completamente absurda, não é óbvio? Nunca ouvi falar em zelo similar.
Aí, em 28 de junho, segundo o Estadão, “O juiz da 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, Flávio Itabaiana, determinou a quebra dos sigilos fiscal e bancário de outras oito pessoas vinculadas ao antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj)”. Mais OITO PESSOAS. Já estamos em CENTO E DUAS PESSOAS.
Os funcionários do presidente da ALERJ, André Ceciliano do PT, movimentaram cerca de 50 MILHÕES.
Você lê uma linha na imprensa sobre a quebra sigilo dele ou de seus funcionários? E os outros 27 parlamentares que tiveram movimentações atípicas em seus gabinetes? Alguma notícia sobre eles?
Cá para nós, isso é investigação ou perseguição política?
Só por curiosidade, o suplente de Flavio Bolsonaro é o ex-marido de Odile Rubirosa e Maitê Proença, o empresário Paulo Marinho. Hoje ele preside o PSDB no Rio e ofereceu um jantar para o Dória, que já declarou que será candidato à presidência da República em 2022, numa coalizão centro-esquerda moderada. Não terá o meu voto. PSDB nunca mais.
Confira a lista publicada pela Folha (e omitida por todos os outros jornais).
MOVIMENTAÇÃO SUSPEITA DE FUNCIONÁRIOS DA ASSEMBLEIA DO RJ EM 2016 (EM MILHÕES)
André Ceciliano (PT)
R$ 49,3
Paulo Ramos (PDT)
R$ 30,3
Márcio Pacheco (PSC)
R$ 25,3
Luiz Martins (PDT)
(preso) R$ 18,5
Dr. Deodalto (DEM)
R$ 16,3
Carlos Minc (PSB)
R$ 16,0
Coronel Jairo (SD)
(preso) R$ 10,2
Marcos Müller (PHS)
R$ 7,8
Luiz Paulo (PSDB)
R$ 7,1
Tio Carlos (SD)
R$ 4,3
Pedro Augusto (MDB)
R$ 4,1
Átila Nunes (MDB)
R$ 2,2
Iranildo Campos (SD)
R$ 2,2
Márcia Jeovani (DEM)
R$ 2,1
Jorge Picciani (MDB)
(preso) R$ 1,8
Eliomar Coelho (PSOL)
R$ 1,7
Flávio Bolsonaro (PSL)
R$ 1,3
Waldeck Carneiro (PT)
R$ 0,7
Benedito Alves (PRB)
R$ 0,5
Marcos Abrahão (Avante)
(preso) R$ 0,3

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