18 de abril de 2024
Colunistas Lucia Sweet

Childe Harold’s Pilgrimage

Um dos trechos mais deslumbrantes de Childe Harold’s Pilgrimage, de Byron, que expressou há quase 300 anos o que ainda sentimos hoje (com uma tradução sem a menor pretensão poética da minha parte, para quem não entende inglês).

There is a pleasure in the pathless woods,

There is a rapture on the lonely shore,

There is society where none intrudes,

By the deep Sea, and music in its roar:

I love not Man the less, but Nature more,

From these our interviews, in which I steal

From all I may be, or have been before,

To mingle with the Universe, and feel

What I can ne’er express, yet cannot all conceal.

Há prazeres nos bosques não trilhados,

Há arrebatamento nas praias desertas.

Há companhia, onde ninguém invade,

Junto ao mar profundo: e no fragor do mar há música:

Não amo menos o Homem, mas amo

A Natureza mais, por esse pressentir,

Em que me abstraio de tudo que posso ser,

ou do que tinha sido antes,

para confundir-me com o universo

e sentir o que nunca poderia expressar

e, contudo, não posso esconder.

—Por Lucia Sweet

Excerto de Childe Harold’s Pilgrimage

—George Gordon Byron, (1788 – 1824)

Lucia Sweet

Jornalista, fotógrafa e tradutora.

Jornalista, fotógrafa e tradutora.

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