Bolsonaro eleito é destaque em Davos no Fórum Econômico Mundial – 2019

Mal tinha saído de uma cirurgia gravíssima, o presidente Jair Bolsonaro viajou horas, com brusca mudança de temperatura para representar o Brasil e os brasileiros no Fórum Econômico Mundial. Eleito pelo povo sem dinheiro, sem fraude, sobrevivente a uma tentativa de assassinato, Bolsonaro foi a atração.

Todos queriam ver e ouvir aquele homem que representa o clamor de um povo que o elegeu, mas que a mídia afirma ser exatamente o oposto.

Jair Bolsonaro, presidente do Brasil, fez um discurso rápido. Ele e o presidente italiano são as figuras de destaque. A turma com a pauta do clima e o tal aquecimento global, ficou em segundo plano. Ou melhor, no freezer, num frio de -11 graus.

A imprensa brasileira partidária é também ignorante. Ridicularizou o presidente por ter almoçado no Bandejão. Não sabem que Davos é um vilarejo afastado e uma área de esqui. Nessa época muita gente vai ao local esquiar e come em “restaurante de vila”. Aliás, homens de negócio comem no bandejão, o refeitório das Universidades europeias onde há menu variado. Não é hábito do europeu comer em restaurante com tanta frequência e ir a barzinho em bando como ocorre no Brasil.

O discurso de Jair Bolsonaro foi muito bem recebido. Elegante, sóbrio e direto. Os suíços, especialmente, ficaram entusiasmados. Da mesma forma o grupo de elite da China, Coreia do Sul, Rússia e países do Leste. Todos os que votaram contra a planilha de “invasão” travestida de imigração .
E Frau Merkel? Ninguém sabe, ninguém viu. Davos nesse 2019 não está pra circo, mas pra cerco aos fanfarrões. É um tempo de retidão de caráter e papo reto.

Equívoco do Bolsonaro: dizer exatamente na Suíça que o Brasil tem tecnologia de ponta na agricultura. Não tem!

Mas a Suíça, com território mínimo tem. A Alemanha, idem. A Áustria, também. O Brasil não é o celeiro do mundo, deixou de ser o principal exportador de banana e até o café perdeu espaço. A castanha do Pará continuou em alta.

Destaque do Bolsonaro: Apresentar a equipe.

Sérgio Moro, na pasta da Justiça, juiz da equipe da Lava-Jato que repetiu o que a Justiça italiana fez na Operação Mãos Limpas.

A pauta econômica de Paulo Guedes agrada pelo currículo que ele apresenta e pela capacidade clara e direta de pontuar a direção a seguir. Sem entraves, sem falcatruas.

E Bolsonaro.

Ah, o amor dele pelo Brasil toca profundamente todos que nesse momento se sentem como nós, ameaçados no nosso Direito, na nossa Lei e integridade.

O pedido pelo jornalista alemão Billy Six, preso na Venezuela, julgado à revelia por Maduro e ignorado pela imprensa alemã que desde janeiro do ano passado está sob lei de censura por ordem da chanceler Merkel. Uma imprensa partidária, militante que inverte a realidade como acontece também no Brasil e que tirou a voz dos jornalistas que falavam a verdade.

Resumo do fórum de Davos:

Bolsonaro se consolida como líder.

O presidente do Brasil Jair Bolsonaro é mito!

Veja abaixo os gráficos que comprovam a atenção de todos voltada para o presidente do Brasil:

Retrospectiva II

Crônica de Davos

Bolsonaro optou por agendas fechadas. Não cancelou “Press Konferenz”. Porque tanto faz. Cadê a grande cobertura da imprensa brasileira? Já está com o texto pronto em cima do Press Release. Vai descer o pau.

Mas eu vim, gente!

E corri de um lado para o outro. Chamei mais a atenção que o Bolsonaro. Perdi a equipe, óculos, celular, uma luva e torci o pé.

Fake news… Yes, Bolsonaro chamou mais a atenção por não querer chamar a atenção. Sem verde e amarelo, sem bater tambor, foi discreto. Sem abre-alas. Em nada lembrava os cucarachas Lula, Dilma e FHC fanfarrões com grandes comitivas e gastos de sultão. A turma da esbórnia!

Bolsonaro ouviu e foi ouvido. Questões de Estado. Deixou todos confortáveis porque ele mostra as coisas como são. E sem falar muito. Que alívio para os outros. Não vão ter que sorrir na foto e mandar o assessor falar com o outro assessor ali no cantinho.

Agora é sem atravessador. O presidente do Brasil conseguiu abrir a possibilidade de parceria com todos. Menos aqueles que correm por trás. Eles não tiveram lugar à mesa.

Novo Brasil

Os brasileiros precisam deixar de ser deslumbrados. Chega do modelo “quero conquistar meu primeiro milhão de dólares e fazer sucesso na rede social e no Instagram postar fotos de viagens escalafobéticas”.

Coloque em primeiro lugar o todo e como parte dele você, brasileiro, vai se destacar. Observe que começa um tempo de trabalho em grupo: parceria, ajuda mútua. Precisamos uns dos outros.

Aos resistentes? O boicote!

Recuperar a identidade

Chefes de Estado europeus agem como funcionários do povo. Assim se coloca Bolsonaro e sua equipe.

O chanceler austríaco Sebastian Kurz de 32 anos, da mesma linha oposicionista de Bolsonaro encanta o mundo por preservar valores e cultura, estudar, trabalhar.

Viaja na classe econômica e como qualquer um do povo – assim funciona na Europa – usam a bike, nadam em rios e lagos, não têm piscina em casa e não comem em self-service (a expressão é “Mensa” – referência aos restaurantes de universidade) e significa: “cada um sirva-se”. Alguns são carésimos e não aceitam gente que tem dinheiro e não sabe se portar.

A impressão por onde passou.

Bolsonaro encerra hoje a participação no Fórum Econômico de Davos e deixa a melhor das impressões. Tem nível, educação e não dissimula.

Muito parecido com os suíços das montanhas. Foi o que me disseram os funcionários que o atenderam em Davos. ” Ele é simples o primeiro a fazer as coisas. Não é como os outros”.

Os outros quem, pergunto.

“Ah, de outros anos que falavam muito alto, muita gente, muita comilança. E chamavam sem parar. Reclamavam de tudo.”

O que a turma da vila está falando do presidente do Brasil?

“Ah, Herr Bolsonarô parece com o povo daqui. Não dorme até tarde e não esquenta lugar. Tá certo, se nós aqui temos muito pra fazer, ele lá num país tão grande e com situação complicada, sabe, a violência, e governos assim que roubam. Os brasileiros, conheço muitos, eles contam cada coisa. Mas esse homem aí, se deixarem, faz a coisa andar na linha. Conhece o Brasil? Queria ir – suspiro – Rio de Janeiro. Lá tem montanhas assim, que eu quero escalar. Gosta de alpinismo? ” Também sou de montanha, disse eu. E o Rio de Janeiro é lindo!

Esperança…

Bolsonaro não gritou que o gigante acordou, nem que somos melhores em nada. Pela primeira vez resgatou nossos valores de brasileiro naquilo que o povo é: imigrantes de várias partes do mundo, do Japão à Suíça. É cultura brasileira!

Respeito mútuo.

Nos respeite. Em contrapartida, brasileiro, quando for à casa do outro, respeite também. Observe. Aprenda. Se não gostar, volte pra casa. Não falam alto na Suíça. Nem em pubs. Ninguém berra na rua. Há disciplina e leis. Punição. Dói no bolso. Impostos caros, saúde pra todos. Educação pra todos. Mas não tem mamata. As casas são pequenas, sem empregados. Esqueça as mordomias. Tire os sapatos antes de entrar.

A imagem do Brasil para negócios

O Brasil vive uma situação catastrófica, um pós-guerra, mas com resistentes no local.

“Mas queremos recomeçar, nossa equipe está pronta, vamos adiante!”.

“Estaremos entre os 50” (não fez como FHC que disse não existir crise e nem Lula que esqueceu de contar ao povo que pagou apenas os juros da dívida externa brasileira) . A verdade dói, mas é a verdade!

E aparecem as mãos estendidas ao novo governo.

Sinto informar aos da elite caviar bunda suja: perderam!

Correndo na redação em Zūrich pra ver se consigo dar uma de tiete e pedir “tira uma foto comigo, Bolsonaro?” (Coisa que no local enquanto imprensa, fui imprensa. Mas depois do dever cumprido…)

E o Brasil começa uma nova era.

Foto de capa do Wiener Zeitung , jornal austríaco de maior circulação mostra que: “se aparecerem Adélios jogarão livros neles”.

Pra bom entendedor , um pingo é letra.

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