16 de fevereiro de 2026
Junia Turra

As inúteis

Aí vêm as criaturas “made in Brasil”, que não tem o que fazer, cagar regra e criticar os europeus por usarem a cor preta nas roupas de inverno.

– “Ah, não tem vida”
– “Adoro bolas, cores. Imagina, sem estampas e sem muita cor”
– “Gente estranha! Quero todos os tons”

É…

Cada um com seu cada qual…

Nuances, meia-luz, interiorização, reflexão, elegância e livros.

Isso… leitura em livros.

Comida por entrega? Não…

O aroma, o preparo e a receita escolhida. Seja só ou não. O tempo sagrado de cozinhar!

Música de fundo…

Ritmo diferenciado em dias curtos…

Meia-luz…

Velas perfumadas.

É inverno na Europa. Huuuuum!

Ah, quase me esqueci das “Má donas” on line…

Que tal se elas forem a uma praia de nudismo na Europa quando o verão chegar?

Ninguém, a não ser “essas donas” de vida inútil, estarão preocupadas em olhar os outros…

Claro, porque elas gostam de tudo colorido.

Vomitam moralidade e conhecimento em tudo.

Mas…

Não contam…
Muitas delas vão em “clubs” do underground das capitais brasileiras e interior tbém.
Um mundo de fantasias, fetiches, saltos pontiagudos e muito mais…
Se sujeitam ou criam situações odiosas para manter relacionanentos e status.
Ah, qual será a cor ideal?

A faxineira ou empregada – vestida em que cor? – serve para mostrar a masculinidade do filhinho ou netinho imberbe delas para a iniciação sexual.
É “cultural”…
Exaltam moralidade e visão fashion ali…
E sobre esse assunto aqui?

Se apresentam on line com toda superioridade e
postura de “experts worldwide” (conhecedoras do mundo).

Mas…

Será que são capazes de responder qual a cor da roupa na oncologia infantil dos hospitais, ou embaixo dos viadutos ou em tantas esquinas do Brasil?
Respondam !!!

Essas “Mulheres de Apenas” nariz empinado,
que cagam fedido e peidam como qualquer um
deveriam aprender:
o mais importante não é se a roupa tem cor, mas se há luz interior!

E já vou encerrar o texto,
preciso sair.
Primeiro vou tomar banho.
Cor? Nude.
Corpo limpo e Alma lavada.
Depois, vestir um pretinho básico.

author
Jornalista internacional, diretora de TV, atualmente atuando no exterior.

0 Comentário

  • Rachel Alkabes 16 de janeiro de 2026

    Juniaaaaa! Ahahahahah! Quando eu fumava um baseado, meu texto era assim também: sem começo, no papel, pq ele estava só na minha mente; com o meio, mas eu me perdia de tantas ideias rápidas e, então, o fim, cadê o fim? sem o fim. De quem, que mulheres são essas, Junia?? Sabe que a coisa que eu admiro em você é a coragem de dizer e olhar para o fundo de tudo, relacionando e entrelaçando seu conhecimento. Bjs

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