
Na entrevista à Gazeta do Povo, em 22/3/2023, Lula declarou: “o seu projeto de poder é um projeto de vingança”.
Condenado por corrupção, solto e reeleito Presidente, cercou-se de um Supremo Protetor.
Na presidência do Mercosul, em 3/7/2025, reiterou o apelo de não se usar mais o “dólar” nas transações comerciais”.
Em 17/7/2025, na entrevista a CNN, advertiu Trump de que “ele não se elegeu para ser imperador do mundo”.
Em 19/07/2025, Lula recebeu a carta virtual do “imperador,” anunciando o tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, a vigorar a partir de 1 de agosto.
Em 18 de junho, a Policia Federal invadiu, numa televisiva operação, o lar do ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília, por ter cometido infundados “ilícitos penais” e de uma suposta parceria conspiratória com Trump.
A odiosa perseguição foi autorizada pelo Supremo Protetor, sob a toga de relator do processo sobre uma suposta tentativa de “golpe de Estado, em 2022”.
Lula gabou-se do respaldo da Justiça Brasileira, criticada por Trump, pela “imposição” das “medidas cautelares” ao ex-Presidente:
1) uso obrigatório de “tornozeleira;
2) proibição de contato com o filho e…
3) censura direta e indireta nas redes sociais, todas mundialmente condenadas.
As abusivas cautelares buscaram vincular o afeto de Trump para com Bolsonaro e o seu filho, ao tarifaço de 50%, que, se não for negociado, terá impactos devastadores na conjuntura socioeconômica do país.
A cronologia comprova a trajetória conflituosa Lula-Trump no Brasil e no Chile, em que Lula se fez presente na reunião preparatória da 80ª Assembleia Geral da ONU, e se juntou aos líderes da Espanha, Uruguai e Colômbia, para reforçar a frente esquerdista contra a prática americana do utilitarismo com presumida ingerência na soberania dos países.
Lula acatou a recomendação do SECOM de moderação na reunião do Chile. Só, sem nominar Trump, condenou o uso do “comércio, como instrumento de chantagem”.
Que Deus proteja o Brasil do ódio, da censura e da ditadura.

