
Rendo minhas homenagens póstumas ao jornalista Roberto Marinho, fundador do jornal GLOBO e da triunfante TV Globo, que honraram a imprensa e a televisão brasileira.
Quando editorialista do O GLOBO, defendi a trajetória vitoriosa da Petrobras.
Contestei as acerbadas críticas do Embaixador Roberto Campos, que denominava a estatal de PETROSSAURO e de “agressão à racionalidade econômica”.
O GLOBO redirecionou a sua linha editorial na cobertura dos acontecimentos políticos do país, sintonizando-se em conexão com a comunicação oficial do Planalto (SECOM), de modo que os leitores tomem conhecimento do falacioso êxito do governo Lula3.
Ampliou a cobertura promocional do ex-presidiário, condenado por corrupção ativa e passiva, e que, por meio de contestada soltura, subiu a rampa e palanque Presidencial.
A realidade é que o jornal O GLOBO tem perdido o seu público tradicional, de acordo com os porteiros dos imóveis residenciais e comerciais e as bancas de jornais.
Recentemente, O GLOBO brindou os seus leitores com 3 páginas inteiras de propaganda da Petrobras, com sua excepcional qualidade editorial.
Quem pagou a conta da bela e onerosa publicidade?
Os empregados, os aposentados e os pensionistas da estatal que contribuíram.
É que, no fatídico 23 de dezembro de 2023, às véspera do Natal, todos da Petrobras, tiveram um ditatorial corte de 20% ou mais nos seus salários, que ainda persiste até hoje.
Ninguém, no comando da estatal ou do governo, explicou o porquê do assalto mensal ou confirmou que o golpe salarial foi efetivado “para ajudar a pagar um rombo de 16 bilhões da má gestão de uma subsidiária da Petrobras”.
Cadê o dever da imprensa de informar a opinião pública dos roubos mensais contra os que atuaram na vitoriosa trajetória da estatal e contra os que se dedicam profissionalmente com responsabilidade e competência em engrandecer o futuro da Petrobras
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Que Deus os proteja o Brasil da corrupção de camisa vermelha.

