9 de agosto de 2022
Adriano de Aquino Colunistas

COVID-19, 20, 21?

Há 12 meses pouco ou quase nada se sabia sobre a irradiação e a potencia do vírus que apareceu em Whuan, China, e se espalhou pelo mundo velozmente.

Passados doze meses, gradativamente, começa-se a juntar estudos sobre as intrincadas ramificações da Covid-19 no organismo humano.

Uma matéria publicada no jornal ‘El País’ relata o estudo da dermatologista Almudena Nuño González que registra como “língua de Covid-19” as alterações pesquisadas por ela em pacientes contaminados pela peste do século XXI.

Diz ela:

“Encontramos algumas alterações na língua que até então não tinham sido relacionadas com a Covid-19: é uma língua dilatada, como se estivesse inchada, na qual se veem as marcas dos dentes, e também pode estar despapilada, com áreas de seu dorso com pequenos buraquinhos onde as papilas estão achatadas. Vê-se como uma língua com manchas rosadas”, explica Nuño González, cuja equipe anunciou suas descobertas nesta terça-feira em um comunicado(…)
Nuño González destaca que outros fatores poderiam explicar alguns desses sintomas, como certos medicamentos ou a ventilação com oxigênio, que seca a boca e pode irritar a língua. “Mas a língua despapilada se deve 100% à Covid-19, porque não ocorre por nenhuma outra circunstância nem nenhum tratamento”.
Artista visual. Participou da exposição Opinião 65 MAM/RJ. Propostas 66 São Paulo, sala especial "Em Busca da Essência" Bienal de São Paulo e diversas exposições individuais no Brasil e no exterior. Foi diretor dos Museus da FUNARJ, Secretário de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, diretor do Instituto Nacional de Artes Plásticas /FUNARTE e outras atividades de gestão pública em política cultural.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.