Livro do Terrorismo em Preto e Branco na Europa


Na manhã de hoje deparei na TL de um amigo com o lide: “O recém-lançado Livro do Terrorismo em Preto e Branco na Europa trouxe à luz que os terroristas islâmicos radicais foram responsáveis por 91% de todas as vítimas de ataques terroristas na Europa desde 2000. ”
Pelo alarmante teor da notícia corri para checar o perfil do site www.voiceofeurope.com.
É fácil!
Mesmo sem uma carta de princípios é fácil perceber que o site tem um perfil claramente contrário as políticas migratórias de alguns países europeus. Sobretudo, os mais tolerantes com a escalada migratória muçulmana. O passo seguinte foi consultar os indicadores do Parlamento Europeu sobre os homicídios ocorridos na Europa e classificados como ocorrências terroristas de perfil jihadista. O site da UE informa mortes em atentados terroristas de 2014 a 2017.
Informa a UE: Sessenta e duas pessoas foram mortas em 2017 durante 33 ataques de inspiração religiosa/jihadista na UE. 35 no Reino Unido, 16 em Espanha, 5 na Suécia, 3 na França, 2 na Finlândia e 1 na Alemanha, tendo 819 pessoas ficado feridas. Entre 2016 e 2017, 10 ataques foram classificados como “concluídos”, ao ter cumprido com o seu objetivo. Em 2017, 23 ataques falharam ou foram impedidos, em comparação com 3 registrados em 2016.Em 2015, o número de mortes causadas por este tipo de ataque chegou a 150, uma subida acentuada em relação aos 4 mortos registrados 2014.
705 pessoas foram detidas em 18 Estados-Membros (373 na França) por suspeita de envolvimento em atividades terroristas jihadista.
A pressão da comunidade europeia sobre os movimentos migratórios vindos do Oriente Médio tende a se estender. Sobretudo, agora, que se aproxima uma eleição na Alemanha onde o partido da chanceler Ângela Merkel, aberta e simpatizante com os movimentos migratórios, está fortemente pressionado pelos grupos contrários à continuidade dessa politica.
Reação: a perspectiva de vitória do partido AFD, de extrema direita, parece propicio a uma virada eleitoral, em uma votação bombástica que poderá forçar Angela Merkel a sair mais cedo.

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