
O Brasil nunca presenciou tamanho empenho em votar num 2º turno eleitoral, como o do próximo dia 25 de outubro para escolha do futuro Presidente da República.
É a hora do Basta! Depois de 3 anos e 10 meses de desgoverno federal e de desaceleração nacional nas atividades de produção, distribuição e consumo, além da crise na saúde, educação e segurança.
O Brasil vive abaixo da média dos países emergentes no combate à miséria, sendo que os governos do PT foram os que menos reduziram os índices de pobreza da história contemporânea brasileira.
O volume de dívidas das grandes empresas brasileiras, em situações críticas de recuperação judicial ou extrajudicial, alcançou os R$ 180 bilhões, o maior nível já registrado na história do pais.
Já o cenário político com a sua feroz bipolaridade e com a ativa mobilização das campanhas de dois históricos adversários, vive uma acirrada disputa pela escolha da 40ª presidência republicana.
O presidente Lula jamais deixou de ser o Lula das promessas descumpridas, como a de que “o povo voltaria a comer picanha e tomar cerveja baratas”. Produtos que sofreram altas com a inflação generalizada. dos alimentos.
O 2025 seria o “ano da colheita lulista. Virou o “ano da terra arrasada” pelo endividamento público nas alturas, juros estratosféricos, causando o aumento expressivo do custo de vida num avanço consistente de desaprovação popular, acima dos 51% negativos para reeleger Lula.
O Presidente reordenou a sua campanha eleitoral “abaixo do esperado” e se dedicou a oferecer “pacotes de bondade“, às custas do contribuinte.
Recriou uma estratégia no ambiente digital de ataques à família Bolsonaro e de intensas fake news para desacreditar o seu vitorioso oponente.
O candidato Flavio Bolsonaro, à frente 5% de Lula no 1º turno, vem consolidando a sua liderança e tem conseguido diminuir os focos de rejeição, angariando votos dos que não foram votar e dos indecisos no 1º turno.
A realidade é que Flavio 22, a cada dia cresce mais para desespero do PT.

