
O atual estado do Rio de Janeiro foi criado em 15 de março de 1975 com a fusão do Estado da Guanabara com o antigo estado do Rio.
O 1º Governador do estado do Rio foi o vice-almirante Faria Lima. Assumiu a governança em 15 de março de 1975.
Foi presidente da Petrobras, antes de nomeado governador do novo estado.
Com grande apoio popular, inaugurou várias obras, inclusive as cinco primeiras estações: Praça Onze, Central, Presidente Vargas, Cinelândia e Glória do Metro Rio.
Como ex-Secretário de estado do governador Faria Lima, é com tristeza que testemunho a deterioração do Estado do Rio de Janeiro.
É com indignação que vemos um estado, que tinha tudo para dar certo e hoje está mergulhado numa grave crise política, agravada pela cassação do ex-governador Cláudio Castro pelo Tribunal Superior Eleitoral.
O estado do Rio não merece essa afrontosa desgovernabilidade.
O TSE condenou o governador do RJ por “abuso de poder político e econômico” e o tornou inelegível pela corrupção que semeou, como os 26 mil empregos com vencimentos secretos na Fundação Ceperj e na UERJ para pagamento de cabos eleitorais.
Além da condenação do governador do RJ, foi preso o ex-presidente da Assembleia Legislativa (Alerj) pela eficaz “Operação Unha e Carne” da Policia Federal.
O Planalto adotou a postura de distanciamento, após a exemplar prisão do ex-governador do Rio de Janeiro.
Nem podia ser diferente o posicionamento federal: afinal de contas o Brasil é vergonhosamente presidido por um ex-condenado e preso por corrupção ativa e passiva e solto, indevidamente, cumprindo somente 580 dias prisionais de uma condenação de 8 anos e 10 meses.
Que Deus ajude a eleger um novo governador do RJ e um futuro Presidente da República, dignos da democracia plena e da promissora esperança de reconstrução do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil.
Quiçá, diante da desgastada bipolaridade eleitoral reinante (Lula-Bolsonaro), não seja hora de eleger, em outubro, um bem-vindo moderado, como o candidato Ronaldo Caiado.

