
No 7 de setembro se comemora o grito da Independência do Brasil.
Agora, há de se celebrar o 8 de setembro, como o dia do grito de independência na Suprema Corte da Justiça brasileira.
Foi o dia histórico do voto de alta qualidade jurídica do Ministro Luís Fux, em que confirmou “a incompetência absoluta” da 1ª Turma do STF de julgar a Ação Penal 2588 e de punir: Jair Bolsonaro e mais 7 réus, todos acusados de “golpismo”.
O voto dissidente clamou pela “imediata nulidade do processo penal, desde o seu início no STF” e contestou “a existência de organização criminosa”, denunciada nos demais votos.
Em respeito aos colegas, absteve-se de historiar no Tribunal as sucessivas perseguições políticas ao líder dos réus, emanadas do ódio revanchista de um ex-presidiário, condenado por corrupção ativa e passiva, e mesmo assim, foi empossado Presidente do Brasil.
Os 3 votos dos Supremos Algozes da 1ª turma formaram a maioria para condenar os réus com exorbitantes penas de 27 anos de prisão, inclusive os réus de altas patentes militares.
O GLOBO, que comemora o centenário da fundação do jornal, com o livre acesso ao Planalto, mesmo antes do inepto julgamento no STF, já vinha em suas narrativas jornalísticas e na postagem das “Mensagens dos Leitores”, depreciando o bolsonarismo.
Das 14 “Mensagens” diárias, 10 hostilizavam o ex-Presidente.
Já a “boa” gestão lulapetista foi contemplada com matérias de páginas inteiras, a exemplo da intitulada “Deflação de 014% no mês de agosto”.
Será que a dona de casa ou o assalariado convivem com a enaltecida queda da inflação?
Sempre resta a esperança de que a polarização da Justiça reencontre o rumo pacifico da reconciliação nacional e que o GLOBO volte a publicar o editorial de 2 de abril de 1964:
“Vive a nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, para salvar o que é essencial: a democracia”.
Que Deus proteja os brasileiros do ódio dos que querem se perpetuar no poder.

