
A Alemanha é reconhecida mundialmente como o país da excelência.
A indústria química, laboratórios de ótica, a filosofia, a música, a literatura, a arte e a engenharia, entre outros conhecimentos avançados, marcam a tradição alemã.
Por isso fico atento e me preocupo quando a Alemanha lança um novo conceito.
Por exemplo, no tocante à engenharia social, a Alemanha lançou o conceito político do nazismo e o mundo assistiu boquiaberto o poder de extermínio de uma ideia.
Também lá nasceu Karl Marx. A Alemanha propiciou ao ideólogo as condições de produzir sua teoria social. Suas ideias se expandiram mundo afora e até hoje vemos os seus efeitos.
Agora, a Alemanha lançou oficialmente a normalização social da pornografia infantil.
O marxismo e o nazismo permearam no imaginário global um terreno propício para a consolidação concreta de práticas que, outrora, o ideário liberal conservador, senhor de uma hegemonia consolidada nas nações democráticas do Ocidente, tinha poder e força para se opor e neutralizar.
Hoje, o que vemos, são doutrinas autoritárias consolidas nas nações liberais do Ocidente.
Como no plano das ideias os alemães desprezam o efêmero e o passageiro, elaborando conceitos duradouros, constatados na vigência das velhas ideologias ainda pulsantes nas práticas políticas de hoje, certamente previram que o lançamento dessa nova ideia encontrará em diversas nações um terreno fértil para disseminação.

