Fofoquinhas da Yvonne

Amigos,
Uma fofoquinha do bem. Certa vez eu e umas amigas fomos à Confeitaria Colombo. Não aquela lindona centenária e sim a que fica no Forte de Copacabana, bem menos bela, mas em compensação com toda a Praia de Copacabana aos nossos pés, ou melhor, olhos.
Eu e as amigas nos divertindo, falando besteiras com muitas gargalhadas. Eis que chega um outro grupo de amigas, todas senhoras, elegantérrimas, com uma comitiva de seguranças. Nós estávamos do lado de fora, elas ficaram na parte coberta. Uma delas era a Lily Marinho. Para irmos ao banheiro, precisávamos passar por elas. Elas também estavam rindo demais, só que com mais finesse.
Aí eu fiquei pensando com os meus botões: toda mulher é menina, não importa quem seja. Quando estou no Rio eu encontro minhas amigas e a presença dos homens é terminantemente proibida. É um momento só nosso de falar besteiras, de rir e reforçar amizades mais do que nunca.
A Lily Marinho com certeza precisava também dessa intimidade, desse momento dela. Enfim, #somostodasmeninas.

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Amigos, outra fofoquinha do bem envolvendo um dos homens mais odiados do país, o Roberto Marinho. No final de sua vida, já senil, teve uma festa em sua residência. Ele ficou encantado com tudo. Assim que acabou, ele virou-se para a esposa, Dona Lily, e disse: querida, que festa maravilhosa. Vamos fazer uma desse tipo na nossa casa? (*)
O cara com todo dinheiro do mundo não escapou dos problemas da velhice. Dessa forma, #somostodoshumanos.
Lembrei dessa história porque a casa dele vai virar um centro cultural.

(*) Essa história saiu em um veículo de comunicação, não me lembro qual.
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Amigos, preciso ser mais “mocinha” e ver filmes de amor e água com açúcar. Estou em uma fase suspense, policial ou terror. Daqui a pouco vou me tornar uma psicopata, rs.
Ontem vi na Netflix o filme “February”, um saco do tipo “quero ver aonde essa droga vai dar”. Em algumas partes eu adiantei o filme. Se existe uma característica nos filmes de suspense é a ação. Esse não, uma ida do quarto para o banheiro dura quinze minutos (exagero meu, como de hábito), sem um diálogo. “Nunguento”.

Hoje, fui procurar resenhas para saber se sou intolerante ou simplesmente burra, porque não entendi porra nenhuma, e para minha surpresa lendo alguma coisa descobri que esse filme é quase um “Cidadão Kane”, outro exagero meu.
Enfim, descobri que sou burra mesmo e é por essas e outras que a cada dia que passa mais eu não tolero gente inteligente que pensa que devemos ser sensíveis para compreender a sutileza da história.
Eu não nasci para ser cineasta e eu gosto de ver filmes com o final que justifique a história. Se for para eu imaginar o que pode ter acontecido ou qual foi a moral da história, TÔ fora.
Essa porcaria de filme não merece a minha perda de tempo de escrever tudo isso, é apenas um manifesto contra gente inteligente que acha que os demais seres humanos são idiotas.

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