A censura da sumidade

Tenho evitado falar das agruras, tanto das políticas como de outros tantos desastres que vivemos atualmente e que pululam ao longo de cada semana, tais como: preços absurdos no supermercado – ainda que nos garantam que nada subiu tanto assim, só nessa Páscoa. Quem comprar e cozinhar, sentirá no bolso. E quem não comemora também!
O episódio da censura então, é inominável: um baluarte à cultura jurídica como Toffoli que, do alto de sua sapiência resolve que ninguém vai publicar que ele é “amigo do amigo do Lula”, e escolhe “a dedo” quem vai cuidar de impedir que sua imagem seja denegrida – e se me perguntassem, eu apostaria na escolha do Levandowski, de quem, aliás, não ouvi ou li um pio, criticando o “fakegate” do colega – nem dele, nem do Gilmar “deixa que eu solto”…
Aliás, é típico: aqueles que mais fazem das suas, ficam na moita.
Depois da revolução que se deu no país em todas as esferas, criticando o “mocinho” Alexandre que, com cara dura, sustentou o mau cheiro da censura, até que seus pares lhe dessem um “chega prá lá”.
Aliás, atitude como essa me lembrou Erasmo Dias, do “eu prendo e arrebento”, quando ninguém o censurou porque ele “era” a censura!
Desde que o nosso Supremo passou a ter todas as suas atitudes televisionadas, parece que estamos brincando de “passa anel”: quem vai ser o astro da vez…
Ter tudo e todos assim desnudos e escancarados diante de todos, necessariamente faz com que, no mínimo, lhes enxerguemos os “pés de barro”.
E, de acordo com nossas simpatias e idiossincrasias, perdoamos mais facilmente quem, de nosso ponto de vista, acerta bem no que diz, como Barroso, no episódio da “desavença” com Gilmar Mendes.
Sempre teremos os que dizem que esse não é o papel de um magistrado do quilate dele. Estão certos, mas eu A-D-O-R-O descobrir que eles também têm, em bom português, culhão. Tanto quanto gosto de ver criaturas lindíssimas, perfeições da natureza e pensar que elas também vão ao banheiro!

Se eu for colocar essa segunda premissa em evidência, algumas dessas excelências deviam andar de fraldas, já que são vítimas de uma diarreia incurável…

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