23 de maio de 2022
Yvonne Dimanche

Baby Consuelo e eu… lembranças


O ano eu não lembro. Fui me consultar com o médico Alberto Sefarty em Ipanema e quem eu encontro lá? Minha musa Baby Consuelo.
Tirando as velhinhas e mocinhas histéricas, o carioca da Zona Sul não invade a privacidade dos famosos.
O consultório cheio de gente, não só para esse médico, como também para outros, e ninguém dava bola para ela.
Lógico que deveriam dar bola, mas a metidez falou mais alto. Eu não estava metida, apenas tímida.
Eu amo a Baby desde 1973 (primeiro LP dos Novos Baianos que eu ouvi até furar o vinil), nós temos mais ou menos a mesma idade e eu morta de vontade de me ajoelhar aos pés dela e fazer declarações de amor, mas fiquei na minha.
Ela era, naquela época, o meu lado B que nunca assumi. Eu tão certinha, nerd, careta e ela exatamente o oposto.
Feliz foi o meu irmão que era caixa do falecido Banco Nacional, onde ela tinha conta, e ela dava preferência para ele. Deu uma festança, o convidou e ele foi.
Nunca vou perdoar o meu irmão por essa desfeita, rsrsrs. Poderia ter me levado.
Baby, não sei por qual motivo, mas hoje resolvi homenageá-la. Beijos da fã

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