23 de fevereiro de 2024
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Fofocando…

Já é outono no Porto. Amanheci ontem com um dia ensolarado e quatro graus de temperatura. Precisava ir ao meu atelier de Corte&Costura, mas perdi a coragem. Poucas coisas na vida são tão gostosas quanto a cama quentinha num dia de frio. Cedi à preguiça, agradecendo a Deus.

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Trabalhar, trabalhei. Em casa mesmo. Também aproveitei para zapear a Internet e surpreender-me com algumas notícias. Por exemplo, o governador do Rio de Janeiro avisou que, em 2017, só terá dinheiro para pagar os salários durante seis meses. E aí, ficará por isso mesmo? Vale desviar dinheiro para fins ilícitos e, depois, vir a público dizer que os outros se danem? Ninguém irá preso, ninguem assumirá a responsabilidade? Inacreditável. Houve um tempo em que o Brasil tratava os ladrões com mais rigor. Agora é muderninho: as vítimas que se virem.
Vi o vídeo do tornado na Itália – será o apocalipse? Estão ocorrendo coisas muito estranhas. Inclusive um sururu no Jardim Botânico por causa da reintegração de posse. Ainda é o caso dos invasores, que se acham no direito de morar de graça num dos locais mais apazíveis da cidade? Pois é, mas há quem os defenda. Espero que a polícia resolva tudo rapidinho. Que cara de pau…
Morri de vergonha do turista brasileiro que, no belíssimo Museu de Arte Antiga, em Lisboa, esbarrou num santo do século XVIII e derrubou-o ao chão. Quase chorei vendo a foto de São Miguel de asa quebrada, sem condições de decolar e dar uma chapuletada na cabeça do idiota que o atropelou. O Ministro da Cultura português já declarou que a estátua será rastaurada. Antes assim. Mas lamento o prejuízo e a estabanação do turista. Gente que faz selfie em museus devia ser proibida de viajar.
Para terminar, fiquei estarrecida com algumas questões da prova do ENEM. De tão capciosas – parece que a intenção é atrapalhar a garotada –, chegam a ser burras. Tropecei em uma que mostrava uma foto de colchas expostas numa estação de metrô e perguntava qual era a intenção do artista ao colocá-las em tal lugar. Das cinco opções de respostas, três dariam conta do recado. Chutei e acertei. Confesso que nem sei o que chutei, tanta idiotice bloqueou a minha memória. Lamento pela meninada. Estuda o ano inteiro e é obrigada a encarar uma pergunta destas.
E como, no momento, segunda-feira à noite, o termômetro já chegou aos 6.4, despeço-me para recolher-me ao berço.
Lamento a falta de criatividade da cronica de hoje.
Semana que vem, quem sabe, consigo melhorar?

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