1 de julho de 2022
Adriano de Aquino Colunistas

Bye bye, Afeganistão!

Good morning, Vietnam!

Imagem: Google Imagens – HBO Max (meramente ilustrativa)

Biden, desloca a mira bélica para o sudeste da Ásia. “V P K Harris dos EUA oferece apoio ao Vietnam para combater Pequim no Mar da China Meridional” Reuters.

Já vi esse filme! Os entusiastas da nova administração americana,que esperavam que o adicional US$ trilionário de investimento público, chamado por Biden de “Pacote infraestrutura humana” de US$ 1 trilhão para financiar o sonho de investimento em infraestrutura, com ênfase em:

Reparação de pontes, mais e melhores estradas e ferrovias; otimização do sistema de navegação interna. Limpar o meio ambiente e combater e estancar as mudanças climáticas.

Estender o alcance social da Internet banda larga; atualizar o sistema de abastecimento da rede elétrica.

Reduzir a desigualdade social, inserir economicamente categorias desamparadas, abolir bônus da força policial, reprimir a violência racial e etc; acordaram em 1961,e deram de cara com um baita quinhão do montante financeiro do pacote de ” infraestrutura humana” destinado à indústria bélica e ao magnifico aparato militar.

Quem viveu os anos 70/80 e tem boa memória lembra como tudo começou.

Após duas décadas de assistência militar indireta, o presidente democrata Kennedy, enviou o primeiro grande contingente armado ao país, para apoiar o ineficaz regime autocrático do Vietnam do Sul.

Ainda que o foco prioritário da imprensa simpatizante fosse dar maior visibilidade às ‘virtudes’ desenvolvimentista do governo Biden no âmbito civil, não dando a mínima importância a parte do latifúndio orçamentário que será destinado à indústria bélica, no plano endereçado ao Capitólio.

Quando isso vier a público – se vier – e não for classificado confidencial, a visita da VP K Harris ao Vietnam, é um novo seriado que se encaixa nos roteiros dos democratas de correr em auxilio aos mais fracos para ‘garantir’ a democracia no Sudeste da Ásia, já que o episódio final do seriado americano na Ásia Central, foi uma edição de erros grosseiros.

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