3 de julho de 2022
Colunistas Lucia Sweet

O casamento do carniça

Estava pensando. O carniça só vai divulgar em cima da hora o local do seu terceiro casamento. Li que tem oficial de justiça atrás da noiva para intimá-la. Parece que ela deve e não paga ao condomínio cerca de duzentos contos, como se dizia antigamente. Ou algo assim.

Essa gente só consegue enganar gringos de esquerda, porque no Brasil o PR Bolsonaro junta diariamente mais gente no cercadinho do Planalto do que o líder das pesquisas fake reúne em showmício grátis.

Quer dizer, não tão grátis, nós pagamos para ele. E com uma tal cantora que mentiu ao dizer que nunca recebeu dinheiro da Lei Rouanet (já vi até recibo de captação), e que vai levar um calote de R$100 mil. Descobriram que esse era o cachet que ela receberia da prefeitura de São Paulo. Um escândalo atrás do outro.

Queremos saber quanto custou mais esse crime eleitoral do descondenado. É preciso contabilizar aluguel e montagem do palco, iluminação, som, camarins, buffet, passagens, hospedagem sempre nos melhores hotéis, seguranças, alimentação, traslado. Junte-se a isso a equipe que trabalhou na produção do evento, que ficou às moscas. Isso se não teve mortadela.

Mas não para por aí. Descobri ao ouvir hoje o Presidente Bolsonaro na Paraíba, que a indústria da seca no nordeste movimenta cerca de UM BILHÃO por ano em carros-pipas que forneciam água enferrujada. Caí para trás. O nordeste com Bolsonaro ainda será um dos paraísos da terra, com a maior produção de frutas tropicais e trigo do planeta.

Imagem: Google Imagens – R7 – (meramente ilustratiVA)

Last but not least, Brasília está pegando fogo. Além da conspiração de dois poderes, sinistramente um ato mais do que constitucional do Presidente aparentemente está sendo ignorado por alguns. Isso não vai dar certo.

Voltou também ao debate, mais forte do que nunca, a transparência e segurança das eleições. Porque todo o mundo desconfia. Do que não se vê, eu só acredito em Deus.

Como se não bastasse, a Carmen Miranda com todos os balangandãs, recusou-se a receber o General. A esquerda decidiu resolver as eleições do Brasil em Hollywood, com atrizes e atores preocupados com as girafas do Amazonas.

“Ó tempora! Ó mores! Ó tempos! Ó costumes”! Já exclamava Cícero, no ano 70 a.C, a respeito depravação de seus contemporâneos. O que foi traduzido livremente por Charles Duke Yonge como “tenho vergonha desta época e da sua faltam de princípios!”.

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Jornalista, fotógrafa e tradutora.

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