
Enquanto a imprensa tradicional, que há muito trocou jornalismo por propaganda, notícia por fake news e fatos por slogans, insiste em proclamar que a popularidade do presidente Donald Trump está em declínio, a realidade aponta em direção oposta.
Nos Estados Unidos, é tempo das primárias, votações internas para selecionar os candidatos que disputarão os cargos eletivos nas eleições gerais de 3 de novembro de 2026.
Até o momento, todos os candidatos apoiados por Donald Trump saíram vitoriosos. Foram oito candidatos a governador, 101 candidatos à Câmara dos Representantes e para o Senado Trump endossou nove candidatos, todos os mais votados em suas disputas. Como fato inédito na história americana, dois senadores em exercício que votavam com os democratas em pautas importantes foram derrotados.
Essas vitórias de Donald Trump dominam as conversas políticas no país. Caso os candidatos que ele apoia confirmem o desempenho nas urnas de novembro, consolidarão uma maioria pró-Trump no Congresso.
No Senado, mesmo com maioria republicana, o Presidente Trump enfrenta resistência sistemática da minoria democrata, inclusive com os votos dos chamados RINOs — Republicanos no Nome Apenas — que frequentemente atuam alinhados com os democratas e conseguem obstruir ou retardar nomeações importantes — há cerca de 18 aguardando confirmação no calendário executivo, além de várias nomeações judiciais. Obama e Biden não enfrentaram tanta dificuldade para aprovar suas indicações.
A medida prioritária a ser alcançada é a aprovação do “Save American Act”, que exige prova de cidadania americana para o registro de eleitor em eleições federais, torna obrigatória a identificação com foto no momento do voto, restringe o voto por correio a casos excepcionais — como doença, deficiência ou ausência justificada —, determina a remoção de estrangeiros das listas eleitorais e tem por objetivo central fortalecer a integridade e a segurança do processo eleitoral.
P.S. Nas eleições gerais de 3 de novembro de 2026 estarão em disputa: todos os 435 assentos da Câmara dos Representantes, cerca de um terço das cadeiras do Senado (aproximadamente 33 a 35 vagas) e os governos de 36 estados.

