7 de julho de 2022
Colunistas

A moda agora é eleger, não pelo voto, mas pela abstenção

Você pode roubar, matar, estuprar, fazer o que quiser de ruim que não será preso nem se for condenado em 2a. instância, graças ao ex-presidiário solto que chama sequestrador de “menino” e é a favor do roubo de celulares. E que foi denunciado até por narcotraficante.

Tem até gente que não se envergonha em dizer que vai votar nele. Como o sistema é inauditável, nunca saberemos se votou mesmo ou não. Inventaram o crime perfeito.

Imagem: Google Imagens – YouTube

A moda agora é eleger, não pelo voto, mas pela “abstenção”. E o resultado, curiosamente, sempre favorece a esquerda, que não tem mais votos. Solução? Anulem-se os votos. Simples.

Mas ai de você se disser que acha a urna eletrônica feia! Arrisca ir em cana, preso nada menos por ordem de um ministro qualquer do supremo — e o que é pior, mesmo que não tenha foro privilegiado. Que tal? Falar mal só se for de urna funerária. Aí não dá problema.

Outra coisa que não consigo entender: leio pessoas que confessam terem tomado quatro – QUATRO!!! pour l’amour du ciel – doses de vacina, e ainda assim pegaram Covid. E agradecem penhoradas aos “cientistas que inventaram “às pressas” esses imunizantes, porque os sintomas foram fracos. E que tomarão todas as doses que puderem e que estão por vir, correndo.

Um momentinho, vacina que eu saiba, não é remédio homeopático. Se você toma a vacina de poliomielite, você não pega paralisia infantil. Você fica protegido. Sempre foi assim, que eu me lembre. Tempos estranhos esses. Meu corpo, minhas regras, urram as “feministas” para assassinaram bebês de até nove meses no ventre das mães. Mas ai de você se não quiser tomar o imunizante que não imuniza.

Tem mais coisas bizarras. Por exemplo, um homem que se acha mulher não pode ser contestado, mas ai do homem que se acha homem. É taxado de homofóbico, fascista, nazista, bolsonarista, imbecil. E arrisca ser preso. Saudades do tempo em que bizarro significava distinção, elegância (ex.: porte bizarro). = distinto, elegante, galhardo, garboso, refinado (verbete do dicionário Priberam).

O povo nas ruas virou ato antidemocrático. Democracia é tentar matar o Presidente. Ditadura de esquerda é democracia. Liberdade de expressão , se a expressão não é de esquerda, é fake news. Mentiras da esquerda são verdades absolutas. Querem implantar um regime em que seus dirigentes odeiam, oprimem e massacram o povo. A moda agora é odiar a classe média. Ou melhor, a esquerda sempre odiou.

Algo me diz que esse dramalhão da esquerda desesperada brasileira não vai ter um final feliz.

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Jornalista, fotógrafa e tradutora.

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