18 de abril de 2026
Ligia Cruz

O MST, a igreja e o comunismo

 

O MST sofreu baixa no começo de fevereiro, motivo de lamento para a esquerda e indiferença para o resto do país.

Frei Sérgio Görgen, fundador do MST e membro do PT do Rio Grande do Sul, ex-deputado estadual pelo partido, faleceu aos 70 anos.

A esquerda se condoeu porque o frei mantinha uma vida que mesclava a liturgia, a vida política e a militância em prol dos movimentos sociais de pequenos agricultores. Um santinho do pau oco. Tudo mentira.

Parece idílico, quase um santo o tal frei. Era a imagem “religiosa” de um movimento comunista que cospe na cruz, fazia vistas grossas para a defesa do aborto, para a invasão de propriedades rurais, para a matança de animais, a derrubada de árvores e produção agrícola nas propriedades rurais por o MST passa. Um cinismo estratosférico.

A igreja católica tem culpa nisso. O direito canônico permite a atividade política de religiosos, mas com regras. O clérigo fica proibido de exercer as funções litúrgicas, como celebrar missas e ministrar sacramentos, enquanto estiver atuando politicamente, mas pode ser reintegrado ao término do mandato. Foi o que o frei fez, no período de 2003 a 2007 quando se elegeu deputado estadual pelo Rio Grande do Sul.

A Santa Sé é muito condescendente com suas licenças. O frei não perdeu o hábito e nem os votos religiosos e continuou sua obra de conversão de cabeças ao comunismo.

A teologia da libertação surgiu na América Latina nos anos 1970, em oposição ao poder aristocrático que achatava os direitos da população e mantinha a população na miséria. Um terreno fértil para ludibriar os excluídos.

E uma bela sacada dos maniqueístas de esquerda porque mescla o socialismo enrustido na dinâmica da luta pela cidadania, com os movimentos eclesiais de base, disfarçando a finalidade de implantação de um estado comunista usando como mote a fé das pessoas.

Os vestais da teologia da libertação como Frei Görgen, Frei Beto, Cláudio Humes, d. Helder Câmara, o defenestrado Julio Lancelotti, d. Paulo Evaristo Arns, entre outros expoentes dessa constelação da igreja católica, que transformaram os movimentos sociais, “a luta dos oprimidos pelo regime militar”, numa arma de controle social eficiente. A mesma que serviu de base para o PT crescer e se intitular dono dos movimentos sociais. Bordão que não sai da boca dos esquerdistas.

Só que o MST está mudando de cara, vem investindo num marketing pesado com lojas de produtos naturais, produtos em prateleiras de supermercados, lojas temáticas com a venda de camisetas, bonés, canecas, pins e demais penduricalhos, para arrecadação de recursos para suprir a luta armada, a qual os integrantes se preparam há anos.

O povo esta proibido de ter armas, mas eles têm e não são foices e enxadas porque não são trabalhadores do campo.

Quem se esquece do nervético “economista” João Pedro Stédile falando um portunhol rasgado na Venezuela, vomitando seu ódio antiamericano? Foi lá oferecer seus recursos para a luta armada, sua principal missão. E esses trastes se fizeram aqui no Brasil, usando miseráveis, trabalhadores rurais, ignorantes de todas classes – todas – , até mesmo estrangeiros.

Conheci um gringo envolvido até as entranhas e ganhando dinheiro para arquitetar invasões, aqui em São Paulo.

O MST é o braço armado do PT. Essa série de fazendas e terras que estão sendo desapropriadas pelo governo se prestam a fins ilícitos, barganhas com governos estrangeiros, abrigo para o MST e atividades com grupos terroristas estrangeiros.

O tal frei (como esquerdista gosta do título não?) era um blague, um enganador, ser desprezível entre tantos do naipe. Mas o pior de tudo não é esse governo detrator de direitos civis metido nisso, é o silêncio do Vaticano.

O papa Leão XIV conhece essa realidade de perto porque viveu no Peru. A teologia da libertação não liberta ninguém, perverte, aprisiona e mata em nome de Deus. Quero ver quando ele vai meter a mão nessa cumbuca.

***Marcas do MST para boicotar: rede de lojas Armazém do Campo. Produtos Terra Livre, Terra Viva, campo vivo, Raízes do campo, Monte Veneto, Terra Conquistada.

Ligia Maria Cruz

Jornalista, editora e assessora de imprensa. Especializada em transporte, logística e administração de crises na comunicação.

Jornalista, editora e assessora de imprensa. Especializada em transporte, logística e administração de crises na comunicação.

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