“Treta Thunberg”: A farsa da pirralha cai por terra no furo do jornal alemão Die Welt

Foto sentada no chão num trem da DB (Deutsche-Bahn), a empresa de trens alemães.

Greta – através de sua assessoria , porque não é ela que escreve nada – reclama do trem cheio e diz que finalmente está voltando pra casa:

” Viajando em trens superlotados através da Alemanha. E estou, finalmente, no meu caminho pra casa”.

Qualquer pessoa que já entrou num trem cheio da DB sabe que não seria possível a foto. Ela não conseguiria sentar no chão e mais do que isso, teria gente por todos os lados. Aliás, nem precisa ser trem alemão.

Pra começar Greta estava num trem bala , o famoso ICE – Intercity Express. E poderia ter feito a reserva. Basta pagar 4,50 Euros (cerca de 20 Reais ) para reservar o lugar.

Resposta da empresa:


“Cara Greta, obrigado por apoiar nossos funcionários ferroviários na luta contra as mudanças climáticas!
Ficamos satisfeitos por você ter participado do nosso ICE 74 no sábado. E isso com 100% de eletricidade produzida ecologicamente”.

A DB (Deutsche-Bahn) respondeu à altura:

“Ainda melhor, se você tivesse relatado o quanto foi amigável e competente o atendimento feito pela nossa equipe em seu assento na primeira classe”.

Testemunhas

Na página da empresa alemã os passageiros que estavam no trem e viram a armação acabaram com a sueca nos comentários.
Ela estava viajando de Primeira Classe com toda a equipe dela. Todos muito bem acomodados.

“Pinóquio, cara de pau”

O que Greta não podia imaginar é que a treta fake tomaria proporções maiores.

A sueca tentou se justificar e disse que só conseguiram lugar para ela sentar em Göttingen (próximo a Hannover). Mentira!

Ela estava muito bem acomodada na 1°Classe, compartimento 14 do trem , de Frankfurt a Hamburg.

Göttingen fica dentro desse itinerário.

Sentada ao lado do pai ela recebeu chocolate, suco, água. “O que queria, era prontamente atendida”, contaram os passageiros.

Uma das passageiras do trem era Nike Flatt, de 33 anos. Ela estava com o bebê no colo e de Frankfurt a Hamburg ficou andando pelo corredor do trem. E durante todo esse tempo ela disse que Greta estava ali no compartimento 14, muito bem acomodada.

Os funcionários do trem a tratavam da melhor forma possível, como se ela fosse uma princesa. E a história relatada por Nike Flatt foi parar no jornal alemão Die Welt.

A censura imposta por Merkel à Grande imprensa na Alemanha desde janeiro do ano passado falhou.
E a notícia se espalhou.

Qualquer dia, Treta Thunberg e o secto de serviçais que a acompanha vão acabar tomando uma surra de vara de marmelo: totalmente eco!

E os globalistas, e esquerdistas da biodiversidade vão fazer todos os caminhos a pé, não só o de Santiago de Compostela, onde adoram causar.

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