Vendo postagens daquela turma do “lado de Láh” exaltando o aiatolá Khomeini.
O tal fulano responsável por derrubar o Xá Rehza Pahlevi do Irã e colocar no cadafalso com a corda no pescoço a cultura persa com mais de 5 mil anos.
Kjomeono enfiou o islamismo no país e proibiu a religião de antes, o zoroastrismo. Impôs um radicalismo religioso e de Estado “sem medo de ser feliz”.
Mas fica esperto, porque esses alucinados não aparecem do nada. São escolhidos a dedo por olheiros e financiados para cumprir a pauta de um certo grupo. Isso, tem aquele grupo que financia.
Assim Adolfinho do bigode, o Hussein no Iraque e o “Vaca Atolada” no Irã.
Irã, um país que era moderno e maravilhoso com um povo feliz e uma cultura de 5 mil anos caiu por terra.
Voltou à estaca zero: não há direitos humanos. O radicalismo e o atraso imperam. O governo do ódio e do medo,
E nós, com apenas 500 anjinhos apenas? É melhor abrirmos o olho. Os dois olhos.
Um para quem é aquilo que nos afronta e o outro olho com o radicalismo para onde estão nos empurrando os do nosso próprio lado. Ou isso ou aquilo?
Vamos radicalizar? É bom lembrar que o povo unido jamais será vencido se tiver um apoio real, e com retaguarda de quem manda ir adiante. E com outros países cientes do risco do que acontece e com chefes de Estado dispostos a dar o apoio necessário. A esquerda gritando “o povo unido jamais será vencido” se lascou. Mas se reorganizou com outra estratégia. É preciso aquele “algo mais.
E… leiam o livro: “Os Versículos Satânicos”, de Salman Rushdie, um escritor indo-britânico. O livro foi publicado em 1988, e foi considerado blasfêmia contra o Islã. Khomeini ordenou o assassinato de Rushdie por qualquer muçulmano no mundo.
Ordenou não só a execução de Rushdie, mas também de “todos os envolvidos na publicação” do livro. A sentença de morte contra ele se mantém até hoje.
Rushdie não foi morto, mas Hitoshi Igarashi, o tradutor japonês do livro Os Versículos Satânicos, foi assassinado e dois outros tradutores do livro sobreviveram a tentativas de assassinato.
Quem morreu no ano do lançamento do livro foi o próprio Aiatolá Khomeini.
Salman Rushdie, nascido na Índia em uma família muçulmana, hoje tem 78 anos e há 25 anos vive em Nova York.
Foto 1. Khomeini
Foto 2. Salman Rushdie

