8 de agosto de 2022
Junia Turra

Eu sou assim, sabe…


Quando eu gosto, eu gosto!
Mas quando eu adoro, é demais mesmo.
E adoro admirar as pessoas. Acho que é a minha maior capacidade: a de valorizar e admirar gente que é especial, que tem luz própria, algo além, gente que está anos luz mesmo da turba reinante.
Por outro lado, quando não fede, nem cheira, tenho preguiça e ignoro, por preguiça!
Aí baixa o Garfield em mim. Olha a cara do Garfield, lembrou? Pode ser que seja necessário interromper a criatura, aí, o Garfield atua de novo, com toda a “delicadeza” que lhe cabe. Ou faz cara de cu ou manda t… n… c…
Mas quando eu detesto, gente do céeeeeu. Ou melhor, do infernoooo… a pessoa pode até me incomodar, me sacanear aprontar, fazer e acontecer.
Posso ser Garfield, ou Maquiavel, posso ser Zen, ou dar um berro que acorda até Morfeu – berro que vale em situações reais ou virtuais. Daí eu esqueço, porque ocupa espaço.
Detesto os mesmos problemas, acho o ó do borogodó encarnar o papel de vítima e mais ainda perder tempo com coisas e pessoas inúteis e que sugam energia.
Só que eu tenho uma caixinha de memória seguindo um ditado “nunca esqueça o nome de quem te fez bem ou de quem te fez mal, pois essas pessoas podem voltar ou em alguma situação você pode ter a oportunidade de fazer algo para agradecer ou para fazer padecer”. Ainda que mero espectador daquilo que a vida garante a cada uma delas.
Sempre tem troco!

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Jornalista internacional, diretora de TV, atualmente atuando no exterior.

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