10 de agosto de 2022
Colunistas Junia Turra

E na Suécia…

Será que é preciso perguntar se “Black Lives Matter”? Olhem o que fazem com a policial…
Women lives don’t matter!
A polícia não pode usar arma contra os coitadinhos. Todos asiladinhos.
Preciso desenhar qual a “orientação radical” a que eles pertencem?
A Suécia é um passo à frente no laboratório globalista, esquerdopata, com cientistas defendendo a tese que devemos comer carne humana, o que diminui a emissão de CO2. Canibalismo no rodízio!
A Treta!
Dois globalistas, biliardários suecos são os principais poluidores da Escandinávia, um deles campeão em emissão de CO2 na Europa. E é ele quem patrocina a sumida Treta Pumbergh. O pai dela é um grande amigo e braço direito do fulano…. E a mãe da Treta? Ui, família dessas cheias de excentricidades da parentada com direito a livros sobre isso ao longo dos séculos. Devem ler enquanto estão nos jatinhos pessoais. Prefiro pular esse capítulo, a coisa já está pra lá de dadaísta.
No mais…
Você tem alguma dúvida sobre esse movimento que tomou conta das ruas em vários locais do planeta? Orquestrado e patrocinado.
E, enquanto você fica trancado em casa, os barcos com imigrantes – homens com idade entre 20 e 35 anos continuam a entrar na Europa e também entram pelas fronteiras do Brasil: Roraima, Paraná… É a mesma turma.
Racismo?
Essa gente não tem absolutamente nada a ver com questões raciais.
Os negros continuam a ser massacrados por outros negros – nos guetos, subjugados pelo crime organizado, São torturados e mortos na África por outros negros, especialmente por grupos islâmicos que promovem o horror dos horrores.
Vocês tem ideia do que acontece nos campos de refugiados da ONU na África?
O que os negros fazem com aquelas crianças negras? E o que os negros na África do Sul fazem com os brancos e com os mestiços?
O mundo realmente tomará um outro rumo, podem apostar.
E se divide naturalmente…
Não pela cor da pele, não pela nacionalidade, não pela língua, mas uns se juntam aos outros para manter a cultura, integridade, princípios e a liberdade, que é inegociável e cada povo tem direito a ter a própria identidade.
Mas a liberdade de um termina onde começa a do outro. O nome disso é bem comum. Se essa gente pensa que vai tocar o terror…. sempre há a gota d’água que faz o copo transbordar. Depois, não vale reclamar…

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Jornalista internacional, diretora de TV, atualmente atuando no exterior.

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