
Durante a cobertura televisiva da cerimônia no Palácio do Planalto, com a mesma plateia dos aplausos subsidiados, o Presidente Lula aproveitou a fartura de microfones para se promover com seus habituais recados demagógicos.
– “Eu não quero ser um Trump, não quero ser um Milei, não quero fazer bravata. Estou tranquilo, tenho um bom governo”.
Será que o povo brasileiro concorda com esse falso milagre?
A realidade é outra: os resultados do 2° ano do desgoverno são todos negativos.
A balança comercial do país despencou para um déficit de US$ 324 milhões.
A aceleração da inflação com juros reais de 13,2%, tem corroído o orçamento das famílias .É uma das maiores taxas do mundo, que chegará aos 15%, com a dívida e o déficit público impulsionando uma desaceleração, quiçá, o colapso da recessão econômica.
O Presidente Lula não resiste à “coceira de um microfone”, e aí começa disparar improvisos estapafúrdios, até desrespeitosos, tanto nos auditórios nacionais, como nos da comunidade mundial.
É o recordista histórico de viagens internacionais de um mandatário no poder.
Vale relembrar algumas de suas bravatas, polemizadas na mídia internacional.
Sobre a ditadura venezuelana: “ Poderia até dizer que a Venezuela tem excesso de democracia e que Hugo Chaves se transforma em um companheiro da maior importância”.
Sobre a invasão russa, disse: “Mas , não é só o Putin que é culpado. Zelensky] quis a guerra”.
Sobre a guerra entre Israel e Hamas: “O que está acontecendo na Faixa de Gaza com o povo palestino, não existe em nenhum outro momento histórico. Aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus”. O falastrão se tornou “persona non grata”, em Israel.
Em 16 de março, o povo, em multidão, participou das gigantescas manifestações com mais de 400 mil participantes na orla de Copacabana contra o Mentiroso da república, cujo índice de reprovação popular já atingir os 55%.
Que Deus proteja a anistia dos presos de 8/1, perseguidos por um ex-presidiário, que se ufana do seu “bom governo”.

