
“Donald Trump, deveria ser menos internet e mais Chefe de Estado”.
Quem se atreveu a ensinar como governar “uma nação do tamanho dos Estados Unidos”? Foi um Presidente europeu? Um estadista de plantão? Um premiado Nobel da Paz?
Não! Foi mais uma das muitas declarações promocionais do Presidente do Brasil.
Se lá fora, o avanço é global, apesar dos violentos conflitos bélicos e dos violados cessar-fogo, o Brasil enfrenta uma conjuntura cada vez mais pessimista, com uma Suprema Justiça, atuando acima das leis para perseguir os adversários do Planalto, com um Congresso conflituoso, derrotando em humilhantes votações as pretensões popularescas do governo, tudo convergindo para a debacle moral, econômica e social do país.
E como se não bastasse, o governo petista se dedica agora a calar as vozes democráticas contestadoras, tentando abolir o direito à livre expressão, garantido pela artigo 5º, inciso IV da Constituição, que assegura a fundamental “liberdade de manifestação do pensamento”, sem censura prévia, mas com responsabilidade pelos abusos cometidos.
Tudo vem sendo articulado para ocultar a verdade de que o dinheiro público acabou, faltando pouco mais de um ano para o fim do mandato do eleito e a chegada das próximas eleições, com o povo brasileiro cada vez mais indignando, haja vista a recente pesquisa, com o índice de 59,% de desaprovação do Presidente, registrando a pior impopularidade, desde o início do mandato presidencial do empossado em 1 de janeiro de 2023.
O recado para o mandatário norte-americano é para que evite adotar o modelo brasileiro: de governar com os Três Poderes da República se digladiando, a economia em frangalhos e um povo ludibriado com as promessas não cumpridas e discursivas mentiras na mídia de um falastrão, um ex-presidiário, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.
Que Deus proteja o Brasil de um Chefe de Estado que já discursou na Bahia; que nosso “País não nasceu para ser a merda que é”.

